395px

Quando Estivermos Velhinhos (part. Jessica Betancourt)

Jay Kalyl

Cuando Estemos Viejitos (part. Jessica Betancourt)

Dice que el amor verdadero no envejece
Y yo solo espero que la vida me alcance para envejecer contigo

Bajo un cielo enrojecido
Miraba yo el ocaso imaginando ese momento
Donde el tiempo ya nos pesé y nuestros pasos sean lentos
Y las fuerzas ya no estén
Solo queden los recuerdos

Tus risas y tus enojos
El modo en que bailas y esa mirada tan tierna
Que va contando la historia que costo protegerla
Pero disfrutamos bien
Valió la pena defenderla

Cuando estemos viejos
Igual yo te amaré como ese primer día
Con cada cicatriz y cada arruga todavía
Seguiré entrelazando tu mano con la mía
Y aunque pacen los años nuestro amor no acabaría

Cuando estemos viejitos
Seguiré fiel a tu lado entornándote canciones
Aquellas que escribí por ti y mis pasiones
Las que aún siguen conmigo
Te las cantare al oído
Recordando aquellos tiempos que tú y yo hemos vivido
Y te amaré, como siempre he prometido

¿Sabes lo que más anhelo, mi amor?
¿Qué cosa, papi?
Ver como se te pintan las canas
Y seguirte cantándote al odio como cuando te enamorabas
Pues dale, sigue cantando, que pa' eso fue que vinimos

Las canciones en la radio
Hablaran de nuestro amor
Que ha sido eterno y legendario
Por qué soporto tormentas y diseño un escenario
Para juntos envejecer sin importar los comentarios

Y mirando hacia atrás
Con un café en la mano
Sonreiremos juntos, pues lo nuestro no fue en vano
Y cuando estemos viejitos
Ay, amor
Seguiré agradecida pues tu fuiste mi canción

Cuando estemos viejos
Igual yo te amaré como ese primer día
Con cada cicatriz y cada arruga todavía
Seguiré entrelazando tu mano con la mía
Y aunque pacen los años nuestro amor no acabaría

Cuando estemos viejitos
Seguiré fiel a tu lado entornándote canciones
Aquellas que escribí por ti y mis pasiones
Las que aún siguen conmigo
Te las cantare al oído
Recordando aquellos tiempos que tú y yo hemos vivido
Y te amaré, como siempre he prometido

Quando Estivermos Velhinhos (part. Jessica Betancourt)

Dizem que o amor verdadeiro não envelhece
E eu só espero que a vida me alcance pra envelhecer contigo

Sob um céu avermelhado
Eu olhava o pôr do sol imaginando esse momento
Onde o tempo já nos pesa e nossos passos sejam lentos
E as forças já não estejam
Só fiquem as lembranças

Suas risadas e seus xingamentos
O jeito que você dança e esse olhar tão terno
Que vai contando a história que custou proteger
Mas aproveitamos bem
Valeu a pena defendê-la

Quando estivermos velhos
Eu ainda te amarei como naquele primeiro dia
Com cada cicatriz e cada ruga ainda
Continuarei entrelaçando sua mão com a minha
E mesmo com o passar dos anos nosso amor não acabaria

Quando estivermos velhinhos
Continuarei fiel ao seu lado te cantando canções
Aquelas que escrevi por você e minhas paixões
As que ainda estão comigo
Te cantarei ao ouvido
Lembrando aqueles tempos que você e eu vivemos
E te amarei, como sempre prometi

Sabe o que mais anseio, meu amor?
Que coisa, amor?
Ver como vão surgindo os fios brancos
E continuar te cantando ao pé do ouvido como quando você se apaixonava
Então vai, continua cantando, porque pra isso viemos

As músicas no rádio
Falarão do nosso amor
Que foi eterno e lendário
Porque suportamos tempestades e desenhamos um cenário
Pra juntos envelhecer sem se importar com os comentários

E olhando pra trás
Com um café na mão
Vamos sorrir juntos, pois o que tivemos não foi em vão
E quando estivermos velhinhos
Ai, amor
Continuarei agradecida pois você foi minha canção

Quando estivermos velhos
Eu ainda te amarei como naquele primeiro dia
Com cada cicatriz e cada ruga ainda
Continuarei entrelaçando sua mão com a minha
E mesmo com o passar dos anos nosso amor não acabaria

Quando estivermos velhinhos
Continuarei fiel ao seu lado te cantando canções
Aquelas que escrevi por você e minhas paixões
As que ainda estão comigo
Te cantarei ao ouvido
Lembrando aqueles tempos que você e eu vivemos
E te amarei, como sempre prometi

Composição: Carlos A. Rios