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Depois da Meia-Noite

JEACO

Después de las doce

Qué casualidad
Después de las doce
Qué casualidad
Que ahora sí me llamas

Justo cuando aprendí
A dormir sin tus llamadas
Dices que fue el alcohol
Yo digo que fue el orgullo

Pero los dos sabemos
Que todavía queda humo
No me hables de destino
Si tú cambiaste el camino

Ahora dices te extraño
Pero ya no es el mismo capítulo
Tú también querías
Pero nadie lo decía

Y el silencio
Terminó siendo compañía
Después de las doce
Siempre cambia tu voz

Me dices qué haces
Como si no hubiera dolor
Después de las doce
Quieres volver a empezar

Pero el Sol siempre sale
Y te vuelves a marchar
Después de las doce
Dices que fui especial

Pero cuando amanece
Todo vuelve a ser normal
Qué raro
Si antes ni contestabas

Ahora eres tú
La que mira mis palabras
No te culpo
Todos pierden alguna vez

Solo que ahora
Te tocó perder
No fue culpa del whisky
Ni tampoco del bar

Fue esa mirada
Que nunca aprendimos a olvidar
Después de las doce
Todo parece verdad

Pero el reloj no perdona
Cuando vuelve la realidad
Después de las doce
Si vuelves a llamar

No prometo contestarte
Pero sé que lo vas a intentar
Qué casualidad
Qué casualidad

Qué casualidad
Qué casualidad

Depois da Meia-Noite

Que coincidência
Depois da meia-noite
Que coincidência
Que agora você me liga

Justo quando aprendi
A dormir sem suas ligações
Você diz que foi o álcool
Eu digo que foi o orgulho

Mas os dois sabemos
Que ainda tem fumaça
Não me fala de destino
Se você mudou o caminho

Agora você diz que sente minha falta
Mas já não é o mesmo capítulo
Você também queria
Mas ninguém falava

E o silêncio
Acabou virando companhia
Depois da meia-noite
Sua voz sempre muda

Você me pergunta o que faço
Como se não houvesse dor
Depois da meia-noite
Quer voltar a recomeçar

Mas o Sol sempre nasce
E você acaba indo embora
Depois da meia-noite
Diz que eu fui especial

Mas quando amanhece
Tudo volta ao normal
Que estranho
Se antes você nem respondia

Agora é você
Quem lê minhas palavras
Não te culpo
Todo mundo perde alguma vez

Só que agora
Te tocou perder
Não foi culpa do whisky
Nem do bar

Foi aquele olhar
Que nunca aprendemos a esquecer
Depois da meia-noite
Tudo parece verdade

Mas o relógio não perdoa
Quando a realidade volta
Depois da meia-noite
Se você ligar de novo

Não prometo te atender
Mas sei que você vai tentar
Que coincidência
Que coincidência

Que coincidência
Que coincidência

Composição: Joan Manuel Cordova Mamani