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Te Apague do Celular

JEACO

Te Borré Del Celular

Te borré de mis fotos, de mi chat, de mi cama
Pero sigues llegando cuando apagan la sala
Le puse contraseña a todo lo que dolía
Pero tu recuerdo siempre encuentra la salida

Pasé noches enteras intentando olvidarte
Diciendo que era fuerte, que podía reemplazarte
Pero basta una canción sonando en la ciudad
Para volver a caer en tu gravedad

Y aunque juro que ya no te extraño
Si escucho nuestra canción me engaño
Y aunque todos me dicen que avancé
Hay heridas que no aceptan empate

Porque te borré del celular
Pero del alma no te pude eliminar
Cambié la clave, cambié de ciudad
Pero tu nombre sigue en mi realidad

Y aunque presuma que ya te olvidé
A las tres de la mañana
Siempre vuelves otra vez
Tus mensajes ya no están pero recuerdo tu voz

Aquellas madrugadas hablando solo los dos
Dime cómo se supone que te dejé partir
Si hasta el viento de la calle me recuerda a ti
Intenté conocer a alguien para comenzar de nuevo

Pero comparo sus besos con los tuyos y no puedo
Parece que mi corazón no entiende la señal
De que lo nuestro terminó y no va a regresar
Y aunque juro que ya no te extraño

Si escucho nuestra canción me engaño
Y aunque todos me dicen que avancé
Hay heridas que no aceptan empate
Porque te borré del celular

Pero del alma no te pude eliminar
Cambié la clave, cambié de ciudad
Pero tu nombre sigue en mi realidad
Y aunque presuma que ya te olvidé

A las tres de la mañana
Siempre vuelves otra vez
Tal vez mañana sí consiga olvidarte
O tal vez siga buscándote en otra parte

Lo único que sé es que por más que lo intenté
Tu recuerdo fue lo único que nunca eliminé
Porque te borré del celular
Pero del alma no te pude eliminar

Cambié la clave, cambié de ciudad
Pero tu nombre sigue en mi realidad
Y aunque presuma que ya te olvidé
A las tres de la mañana

Siempre vuelves otra vez
Siempre vuelves otra vez
Siempre vuelves otra vez

Te Apague do Celular

Te apaguei das minhas fotos, do meu chat, da minha cama
Mas você continua chegando quando apagam a sala
Coloquei senha em tudo que doía
Mas sua lembrança sempre encontra a saída

Passei noites inteiras tentando te esquecer
Dizendo que era forte, que podia te substituir
Mas basta uma música tocando na cidade
Pra eu voltar a cair na sua gravidade

E embora jure que já não sinto sua falta
Se escuto nossa canção, me engano
E embora todos digam que eu avancei
Tem feridas que não aceitam empate

Porque te apaguei do celular
Mas da alma não consegui te eliminar
Mudei a senha, mudei de cidade
Mas seu nome continua na minha realidade

E embora eu finja que já te esqueci
Às três da manhã
Você sempre volta outra vez
Suas mensagens já não estão, mas lembro da sua voz

Aquelas madrugadas falando só nós dois
Me diz como se supõe que eu te deixei partir
Se até o vento da rua me lembra de você
Tentei conhecer alguém pra recomeçar

Mas comparo os beijos deles com os seus e não consigo
Parece que meu coração não entende o sinal
De que o que tivemos acabou e não vai voltar
E embora jure que já não sinto sua falta

Se escuto nossa canção, me engano
E embora todos digam que eu avancei
Tem feridas que não aceitam empate
Porque te apaguei do celular

Mas da alma não consegui te eliminar
Mudei a senha, mudei de cidade
Mas seu nome continua na minha realidade
E embora eu finja que já te esqueci

Às três da manhã
Você sempre volta outra vez
Talvez amanhã eu consiga te esquecer
Ou talvez continue te procurando em outra parte

A única coisa que sei é que por mais que tentei
Sua lembrança foi a única que nunca eliminei
Porque te apaguei do celular
Mas da alma não consegui te eliminar

Mudei a senha, mudei de cidade
Mas seu nome continua na minha realidade
E embora eu finja que já te esqueci
Às três da manhã

Você sempre volta outra vez
Você sempre volta outra vez
Você sempre volta outra vez

Composição: Joan Manuel Cordova Mamani