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La maman et la putain

Jeanne Cherhal

Letra

A Mãe e a Prostituta

La maman et la putain

A mãe e a prostituta moravam sob o mesmo tetoLa maman et la putain habitaient sous le même toit
Quando a primeira sentia frio, a outra se acendia à toaQuand la première avait froid, l'autre s'enflammait pour rien
Costas com costas no cetim, dormiam no mesmo colchãoDos à dos dans le satin, elles s'endormaient dans le même lit
Uma logo antes da meia-noite e a outra ao amanhecerL'une juste avant minuit et l'autre au petit matin

A mãe e a prostituta vestiam suas roupas sujasLa maman et la putain remettaient leurs habits sales
Na doçura abissal da felicidade incertaDans la douceur abyssale du bonheur incertain
E todos os dias diante do espelho, varriam o tempo que passaEt tous les jours devant la glace, balayait le temps qui passe
Seguindo suas pegadas, cara a caraEn le suivant à la trace, face à face

A mãe e a prostituta repetiam os mesmos gestosLa maman et la putain refaisaient les mêmes gestes
Terminavam as mesmas sobras quando a criança já não tinha fomeFinissaient les mêmes restes quand l'enfant n'avait plus faim
Elas seguiam pelos caminhos, pintavam os lábios finosElles allaient par les chemins, maquillaient leurs lèvres fines
Vestiam o mesmo jeans e tomavam o mesmo vinhoEnfilaient le même jeans et s'envoyaient le même vin

A mãe e a prostituta vestiam suas roupas sujasLa maman et la putain remettaient leurs habits sales
Na doçura abissal da felicidade incertaDans la douceur abyssale du bonheur incertain
E todos os dias diante do espelho, varriam o tempo que passaEt tous les jours devant la glace, balayait le temps qui passe
Seguindo suas pegadas, cara a caraEn le suivant à la trace, face à face

A mãe e a prostituta eram rainhas do palácioLa maman et la putain étaient reines du palais
Ritmo de amor, ritmo de leite, era a rotina do dia a diaDébit de love, débit de lait, c'était le train-train quotidien
À mesa do banquete, alimentavam o querido e amadoÀ la table du festin, elles nourrissaient le tendre et cher
Saboreavam sua carne macia e dividiam o saqueSavouraient sa tendre chair et partageaient le butin

A mãe e a prostituta vestiam suas roupas sujasLa maman et la putain remettaient leurs habits sales
Na doçura abissal da felicidade incertaDans la douceur abyssale du bonheur incertain
E todos os dias diante do espelho, varriam o tempo que passaEt tous les jours devant la glace, balayait le temps qui passe
Seguindo suas pegadas, cara a caraEn le suivant à la trace, face à face

A mãe e a prostituta vestiam suas roupas sujasLa maman et la putain remettaient leurs habits sales
Na doçura abissal da felicidade incertaDans la douceur abyssale du bonheur incertain
Elas tinham minha boca e meus olhos, meu sorriso e meu cabeloElles avaient ma bouche et mes yeux, mon sourire et mes cheveux
Pois eu sou, eu confesso, uma ou outra quando eu queroCar je suis, j'en fais l'aveu, l'une ou l'autre quand je veux
Uma ou outra quando eu queroL'une ou l'autre quand je veux


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