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Beijado pelo Tempo (Parque Das Ruínas)

Jeferson Montez

Kissed By Time (Parque Das Ruínas)

Bricks stand weathered, kissed by time
A mansion's ghost in a sunlit clime
Rio's green embrace, a vibrant hold
Stories whispered, brave and bold

Parque das Ruínas, where old meets new
Steel and glass against the blue
A window to the city's sprawl
Echoes linger through it all

Ivy climbs where walls once stood
Nature's art in a peaceful wood
A stage for moments, soft and bright
Bathed in Carioca light

Parque das Ruínas, where old meets new
Steel and glass against the blue
A window to the city's sprawl
Echoes linger through it all

From crumbled stone to modern grace
A cultural heart in this special place
Looking out where mountains rise
Beneath the vast and endless skies

Parque das Ruínas, where old meets new
Steel and glass against the blue
A window to the city's sprawl
Echoes linger through it all

Parque das Ruínas, where old meets new
Steel and glass against the blue
A window to the city's sprawl
Echoes linger through it all

Oh, Parque das Ruínas, standing free
A memory and a destiny

Beijado pelo Tempo (Parque Das Ruínas)

Os tijolos estão desgastados, beijados pelo tempo
Um fantasma da mansão sob o sol
O abraço verde do Rio, um aperto vibrante
Histórias sussurradas, corajosas e audazes

Parque das Ruínas, onde o velho encontra o novo
Aço e vidro contra o azul
Uma janela para a expansão da cidade
Ecos permanecem por toda parte

A hera sobe onde as paredes um dia estiveram
A arte da natureza em um bosque tranquilo
Um palco para momentos, suaves e brilhantes
Banho de luz carioca

Parque das Ruínas, onde o velho encontra o novo
Aço e vidro contra o azul
Uma janela para a expansão da cidade
Ecos permanecem por toda parte

Da pedra em ruínas à graça moderna
Um coração cultural neste lugar especial
Olhando para onde as montanhas se erguem
Sob os céus vastos e sem fim

Parque das Ruínas, onde o velho encontra o novo
Aço e vidro contra o azul
Uma janela para a expansão da cidade
Ecos permanecem por toda parte

Parque das Ruínas, onde o velho encontra o novo
Aço e vidro contra o azul
Uma janela para a expansão da cidade
Ecos permanecem por toda parte

Oh, Parque das Ruínas, de pé e livre
Uma memória e um destino

Composição: Jeferson Corrêa Oliveira