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Sobre os Ombros de Gigantes

Jennifer Nettles

On the shoulders of giants

An old bum pushes a shopping cart that he stole from Winn Dixie parking lot.
It's 1:00am and I'm on my way home.
I left there before it came to shouts, just in time to see him spit his apple out.
Left your door and made a beeline for my own.

I tell you it's alright but I'm thinking fuck you anyway.
You blame you for breaking promises, but I blame me for ever believing a word you'd say.
I got what I need but it's not with you, and for what I want, I don't have the nerve.
So I guess again it comes down to I got what I deserved.
And oh, don't be afraid just look around.
Go on and say it, it's just a breath with a sound.
And oh don't be afraid to fall.
When we're on the shoulders of giants after all.

You smile as if I had nothing better to do, as if you were one of the chosen few,
As if there were nothing cooler than you.
Still I know you by touch and I know you by smell.
And I know you by ways too vulgar to tell.
See, I guess I know you a little too well so that smile is fitting for you.

And oh, don't be afraid just look around.
Go on and say it, it's just a breath with a sound.
And oh don't be afraid to fall.
When we're on the shoulders of giants after all.

I don't sleep with my politics, I choose not to hate.
'Cause I don't wear my heart where my knees separate.
It's crotch propaganda, bat for both teams, and it's me not choosing sides standing in between.

An old bum pushes a shopping cart each notices the other and jumps with a start.
It's 2:00am and I've found my way home.
Well it's giants in slumber but it's sleep that won't stay.
It's singing harps that got away.
And I fold my body to fit this furniture, hit the lights and call it a day.

Sobre os Ombros de Gigantes

Um velho mendigo empurra um carrinho de compras que ele roubou do estacionamento do Winn Dixie.
É 1:00 da manhã e estou a caminho de casa.
Saí de lá antes que começassem os gritos, bem a tempo de vê-lo cuspir sua maçã.
Saí da sua porta e fui direto para a minha.

Eu te digo que tá tudo bem, mas tô pensando em me foder com você mesmo assim.
Você se culpa por quebrar promessas, mas eu me culpo por ter acreditado em cada palavra que você disse.
Eu tenho o que preciso, mas não tá com você, e pelo que eu quero, não tenho coragem.
Então, acho que de novo tudo se resume a que eu tenho o que mereço.
E oh, não tenha medo, só olhe ao redor.
Vai em frente e diga, é só um suspiro com um som.
E oh, não tenha medo de cair.
Quando estamos sobre os ombros de gigantes, afinal.

Você sorri como se eu não tivesse nada melhor pra fazer, como se você fosse uma das poucas escolhidas,
Como se não houvesse nada mais legal do que você.
Ainda assim, eu te conheço pelo toque e pelo cheiro.
E eu te conheço de maneiras muito vulgares pra contar.
Veja, acho que te conheço um pouco demais, então esse sorriso combina com você.

E oh, não tenha medo, só olhe ao redor.
Vai em frente e diga, é só um suspiro com um som.
E oh, não tenha medo de cair.
Quando estamos sobre os ombros de gigantes, afinal.

Eu não misturo política com meu sono, escolho não odiar.
Porque eu não coloco meu coração onde meus joelhos se separam.
É propaganda de virilha, jogando para os dois lados, e sou eu não escolhendo lados, ficando no meio.

Um velho mendigo empurra um carrinho de compras, cada um nota o outro e pula com um susto.
É 2:00 da manhã e encontrei meu caminho de volta pra casa.
Bem, são gigantes em sono, mas é um sono que não fica.
São harpas cantando que escaparam.
E eu dobro meu corpo pra caber nesse móvel, acendo as luzes e chamo isso de dia.

Composição: