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A Mulher e o Mar

Jill Anderson

The Woman And The Sea

On the storm torn shoreline
A woman is standing
The spray strung like jewels in her hair
And the sea tore the rocks of that desolate landing
As if fate had known she stood there

She has come down to condemn that wild ocean
For the murderous loss of her man
His boat sailed out on wednesday morning
And it's feared she's gone down with all hands

Oh white were the wave caps
And wild was their pardon
So fierce is the waring of love
But she prayed to the gods of both men and of saviours
Not to cast their cruel nets o'er her love

She has come down to condemn that wild ocean
For the murderous loss of her man
His boat sailed out on wednesday morning
And it's feared she's gone down with all hands

There's a school on the hill
Where the sons of dead fathers
Are lead towards tempest and gate
Where their god given wings are clipped close to their bodies
And their eyes are bound round with ship sails

She has come down to condemn that wild ocean
For the murderous loss of her man
His boat sailed out on wednesday morning
And it's feared she's gone down with all hands

Now what leads man to a life filled with danger
Where seas and islands are one
When meat is his master and poverty's no stranger
And there's no other work to be done

And she has come down to condemn that wild ocean
For the murderous loss of her man
His boat sailed out on wednesday morning
And it's feared she's gone down with all hands

A Mulher e o Mar

Na costa despedaçada pela tempestade
Uma mulher está de pé
O spray preso como joias em seu cabelo
E o mar despedaçou as rochas daquele desembarque desolado
Como se o destino soubesse que ela estava ali

Ela desceu para condenar aquele oceano selvagem
Pela perda assassina de seu homem
Seu barco saiu na manhã de quarta-feira
E teme-se que tenha afundado com toda a tripulação

Oh, brancas eram as ondas
E selvagem era seu perdão
Tão feroz é a guerra do amor
Mas ela orou aos deuses dos homens e dos salvadores
Para não lançarem suas redes cruéis sobre seu amor

Ela desceu para condenar aquele oceano selvagem
Pela perda assassina de seu homem
Seu barco saiu na manhã de quarta-feira
E teme-se que tenha afundado com toda a tripulação

Há uma escola na colina
Onde os filhos de pais mortos
São levados em direção à tempestade e ao portão
Onde suas asas dadas por Deus são cortadas perto de seus corpos
E seus olhos estão amarrados com velas de navio

Ela desceu para condenar aquele oceano selvagem
Pela perda assassina de seu homem
Seu barco saiu na manhã de quarta-feira
E teme-se que tenha afundado com toda a tripulação

Agora, o que leva um homem a uma vida cheia de perigos
Onde mares e ilhas são um só
Quando a carne é seu mestre e a pobreza não é estranha
E não há outro trabalho a ser feito

E ela desceu para condenar aquele oceano selvagem
Pela perda assassina de seu homem
Seu barco saiu na manhã de quarta-feira
E teme-se que tenha afundado com toda a tripulação

Composição: