Tradução gerada automaticamente

Bany De Culture
Joan Manuel Serrat
Bany De Culture
El vaig trobar de matinada com un guerrer que va al combat, anava armat d'escombra i pala, mig adormit, mal afaitat. Jo me'l miro, ell em mira, jo me'l torno a mirar, ell, capbaix, va i suspira, jo el convido a pujar. Me la miro i me mira, me la torno a mirar. Enrotllada va i suspira. Tía, -li dic-, puc pujar? Angelet, criatura!, jo li faig maternal, un bon bany de cultura i un de sabó, això et cal. La tia va flipada i té pelas, segur, segueix-li la jugada de l'aigua i del xampú. I amb banys de cultura i rosat gel Moussant el xicot de pell dura, com es va culturitzant! No diré casserola no diré botiquí diré farmaciola i tupí. I aprendràs els pronoms febles, llegiràs en Carner i faràs versos sans reples que rimin d'allò més bé. Ginesta, altra vegada, el bell juny ja s'ensuma!
Ai, xineta, m'agrada l'amor en jaç d'escuma. Anem doncs, a la banyera, visca el sabó i la cultura, i que s'alci la senyera com un farol de nit pura! Jo me'l miro, ell em mira jo me'l torno a mirar. Ens hem enrotllat "la tira", ens liem sense parar... ens veiem sense parar... sens parar...
Banho de Cultura
Eu o encontrei de manhã como um guerreiro indo pra luta,
armado com vassoura e pá, meio dormindo, mal barbeado.
Eu olho pra ele, ele me olha, eu olho de novo,
ele, cabisbaixo, suspira, eu o convido a subir.
Eu olho pra ela e ela me olha, eu olho de novo.
Enrolada, vai e suspira. Tia, -eu digo-, posso subir?
Anjinho, criatura!, eu faço um carinho maternal,
um bom banho de cultura e um de sabão, é isso que você precisa.
A tia tá pirando e tem grana, com certeza,
siga o jogo da água e do xampu.
E com banhos de cultura e gel rosado Moussant,
o garoto de pele dura, como ele vai se culturalizando!
Não vou dizer panela, não vou dizer farmácia,
vou dizer farmaciola e tupí.
E você vai aprender os pronomes fracos,
vai ler Carner e fazer versos bem legais que rimem muito bem.
Ginesta, de novo, o belo junho já se aproxima!
Ai, menina, eu gosto do amor em leito de espuma.
Então vamos, pra banheira, viva o sabão e a cultura,
e que a bandeira se levante como um farol de noite pura!
Eu olho pra ele, ele me olha, eu olho de novo.
Nos enrolamos pra valer, nos amarramos sem parar...
nos vemos sem parar... sem parar...



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