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Entre o Escuro e a Luz

João Bosco Tavares

Letra

    As dores do mundo que geram feridas, que pedem partidas que marcam com dor
    As praças e esquinas que amontoam vidas, sem rumo e nem paz
    Um norte se sorte, com sopros de morte, lançados ao chão
    A dor repartida assolam mil vidas, deixando só resto de mortes em vão

    E na praças displicentes as prostitutas descontentes, querem simplesmente paz
    Os malucos e dementes, esperam só que a gente ouçam um pouco da sua dor
    E o velho moribundo espera pouco do mundo, só abraço e compreensão
    Os meninos inocentes, não queriam simplesmente toda essa solidão

    Mas o amor ficou ilhado, esta preso e estancado na prisão do desamor
    E a única vertente, que se pode ver latente e o abandono e o descaso
    Quero ainda que a esperança, solte um pouco de fragrância, deste amor que se perder
    Pois eu creio no futuro, ainda que não esteja maduro pode vingar sua flor

    Se o homem aprendesse a crer no amor
    Se o homem tivesse fé
    Se o homem cresse no amor
    Se o homem cresse no amor

    Composição: Adriano Abreu / João Bosco Tavares. Essa informação está errada? Nos avise.

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