
Viajeiro
João Chagas Leite
Cada vez que eu pego a estrada na direção da saudade
Eu deixo a minha cidade e me ponho a andejar
Fica uma outra ansiedade no vazio do meu lugar!
Rebrota a voz da esperança no canto do passaredo
O mundo desperta cedo pra ofertar-te uma flor
E o coração não tem medo de revelar seu amor
Viageiro da liberdade, eu tenho a alma do vento
Carrego no pensamento as coisas boas da vida
E troco os ressentimentos pelas lembranças querida
Eu renasço em cada ato do palco agreste da estrada
A vida passa apressada, mas deixa lições pra gente
Cada fonte das aguadas um novo sonho renasce
Os anseios de minha alma é que definem o meu rumo
Nos meus conselhos me aprumo, meu coração não me ilude
A seiva do meu consumo me vem da própria virtude



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