
TEMPLO E MORADA
João Paulo Ferreira
Antes do calvário, era limitado o acesso ao pai
Só o sacerdote, no santo dos santos, poderia entrar
Mais depois do calvário, o véu do templo se rasgou
A porta da graça pela graça se abriu
Temos livre acesso ao pai, posso adorar ao pai em qualquer lugar
Sou templo e morada, do Espírito Santo
Essa chama arderá, e não se apagará, e não se apagará. (Cante)
Sou templo e morada do Espírito Santo
Essa chama arderá, e não se apagará
Mais depois do calvário, o véu do templo se rasgou
A porta da graça pela graça se abriu
Temos livre acesso ao pai, posso adorar ao pai em qualquer lugar
Sou templo e morada, do Espírito Santo
Essa chama arderá, e não se apagará, e não se apagará
Sou templo e morada, do Espírito Santo
Essa chama arderá, e não se apagará
O templo sou eu, o templo é você, a glória desceu e vai nos encher
Vai reacender, escute o som do vento impetuoso, vamos!
Espírito vem, transforma a casa, modifica tudo e põe no lugar, pode consertar
Que eu não tenha mais domínio sobre mim
Espírito vem, transforma a casa, modifica tudo e põe no lugar, pode consertar
Que eu não tenha mais domínio sobre mim
Sou templo e morada, do Espírito Santo
Essa chama arderá, e não se apagará, e não se apagará
Sou templo e morada, do Espírito Santo
Essa chama arderá, e não se apagará
Sou templo e morada, do Espírito Santo
Essa chama arderá, e não se apagará, e não se apagará
Sou templo e morada, do Espírito Santo
Essa chama arderá, e não se apagará
Não se apagará!
Não se apagará!
Essa chama!
Não se apagará



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