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Letra

    Trago restolhos de baile dum galpão de chão batido
    E um milongão campo afora me cochichando no ouvido
    Se o patrão me olhar de lado, com quem diz: Isso é hora?
    Qualquer coisa me despacho, pego os traste e vou me embora

    Oigalê vida lindaça, de China baile a cavalo
    Só que as vezes me atrapaio e esqueço o cantar dos galos
    Oigalê vida lindaça, de China baile a cavalo
    Só que as vezes me atrapaio e esqueço o cantar dos galos

    A lida campeira e um baile, o campo, um baita galpão
    Das patas do meu crioulo, vou marcando um milongão
    A lida campeira e um baile, o campo, um baita galpão
    Das patas do meu crioulo, vou marcando um milongão

    De cavalo não judio, cavalo pra mim é gente
    Sente dor, tem corpo e alma, só o desenho é diferente
    Solta um pelo de capincho, arrebentando alambrado
    Golpeio na armada do diabo, pra deixar de ser lasqueado

    Amanhã me vou ao bochincho, só volto ao clarão da aurora
    Trazendo um resto de baile, num milongão campo afora
    Trazendo um resto de baile, num milongão campo afora

    Um milongão campo afora, um milongão campo afora
    Trazendo um resto de baile, num milongão campo afora
    Um milongão campo afora, um milongão campo afora
    Trazendo um resto de baile, num milongão campo afora

    Composição: Armando Vasques, Adão Quintan. Essa informação está errada? Nos avise.

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