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Pájaros de Portugal

Joaquín Sabina

Letra

Significado

Pássaros de Portugal

Pájaros de Portugal

Não conheciam o marNo conocían el mar
E parecia mais triste que na TVY se les antojó más triste que en la tele
Pássaros de PortugalPájaros de Portugal
Sem direção, sem ração, sem documentosSin dirección, ni alpiste, ni papeles

Ele disse: Vamos emboraÉl le dijo: Vámonos
Para onde?, ela respondeu chorando¿Dónde?, le respondió llorando ella
Longe do altar principalLejos del altar mayor
No barquinho pobrezinho de uma garrafaEn el velero pobretón de una botella
Despeje o azul do redil da almaDespójate el añil redil del alma
Com uma camisa longaDe largo con camisa
Devolva-me o mês de abrilDevuélveme el mes de abril
Se chamavam Abelardo e EloísaSe llamaban abelardo y eloísa
Arcanjos bastardos da pressaArcángeles bastardos de la prisa

Iluminaram o amanhecer mortos de frioAlumbraron el amanecer muertos de frío
Se cobriram com a sensatez do delírioSe arroparon con la sensatez del desvarío
Teu e meu de volta pra casaTuyo y mío de vuelta al hogar
Que vazio deixa a ansiedadeQué vacío deja la ansiedad
Que vergonha devem sentir seus paisQué vergüenza tendrán sus papás

Sem asas pra voarSin alas para volar
Fugitivos da escola e da camaPrófugos del instituto y de la cama
Pássaros de PortugalPájaros de Portugal
Mal dois minutos, má famaApenas dos minutos, mala fama
Depois a guarda civil confiscouLuego la guardia civil les decomisó
O suor e o sorrisoEl sudor y la sonrisa
As postais de Estoril, sem pousadaLas postales de estoril, sin posada
Sem escudos e sem vistoSin escudos y sin visa
Se chamavam Abelardo e EloísaSe llamaban abelardo y eloísa

Mergulharam contra o Everest e se afogaramBucearon contra el everest y se ahogaron
Ninguém lhes ensinou a merecer o amparoNadie les enseñó a merecer el amparo
Da virgem da solidãoDe la virgen de la soledad
Quão pequena é a luz dos faróis!¡Qué pequeña es la luz de los faros!

Mergulharam contra o Everest e se afogaramBuceraron contra el everest y se ahogaron
Ninguém lhes ensinou a merecer o amparoNadie les enseñó a merecer el amparo
Da virgem da solidãoDe la virgen de la soledad
Quão pequena é a luz dos faróisQué pequeña es la luz de los faros
De quem sonha com a liberdadeDe quien sueña con la libertad

Composição: Antonio Garcia de Diego / Pancho Varona. Essa informação está errada? Nos avise.

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