Tratado de Impaciencia Número 11
Aquella noche no llovió
Ni apareciste disculpandote
Diciendo mientras te sentabas
Perdóname si llego tarde
No me abrumaste con preguntas
Ni yo trate de impresionarte
Contando tontas aventuras
Falsas historias de viajes
Ni deambulamos por el barrio (calles de chamberi)
Buscando algún tugurio abierto
Ni te besé cuando la Luna (frenesi)
Me sugirió que era el momento
Tampoco fuimos a bailar
Ni tembló un pájaro en tu pecho
Cuando mi boca fue pasando
De las palabras a los hechos
Y no acabamos en la cama (desnuditos por fin)
Que es donde acaban estas cosas
Ardiendo juntos en la hoguera (frenesi)
De piel, sudor, saliva y sombras
Así que no andes, así que no andes lamentando
Lo que pudo pasar y no pasó
Aquella noche que fallaste
Tampoco fui a la cita yo (que cabrón)
Aquella noche que fallaste
Tampoco fui a la cita yo
Tratado de Impaciência Número 11
Aquela noite não choveu
Nem você apareceu se desculpando
Dizendo enquanto se sentava
Desculpa se cheguei tarde
Você não me encheu de perguntas
Nem eu tentei te impressionar
Contando histórias bobas
Falsas aventuras de viagens
Nem andamos pelo bairro (ruas de Chamberí)
Procurando algum bar aberto
Nem te beijei quando a Lua (frenesi)
Me sugeriu que era o momento
Também não fomos dançar
Nem um passarinho tremeu no seu peito
Quando minha boca foi passando
Das palavras para a ação
E não acabamos na cama (peladinhos, finalmente)
Que é onde essas coisas terminam
Ardendo juntos na fogueira (frenesi)
De pele, suor, saliva e sombras
Então não fique, então não fique lamentando
O que poderia ter acontecido e não aconteceu
Aquela noite que você falhou
Eu também não fui ao encontro (que sacanagem)
Aquela noite que você falhou
Eu também não fui ao encontro
Composição: Joaquín Sabina