El Trato
(Ajua, de Colombia, mi chandé)
Trato, trato
Que ingrato que, ya me tiene convertido en garabato
Cada noche agazapado como un gato buscando siempre el bocato
Y no consigo otra mujer mujer
Eso que fue
Si yo te di todo lo que te ofrecí
Con frenesi yo hago lo que sea por ti
Tan solo quiero un poquitico de ti
Más no es así, nada pa' mi
Ay, ay, ay
(Jui jui, ajuaa jui)
Tus caricias no me gustan, tu boca me sabe a curuca
Tus besos no tienen azúcar, tu aliento me asusta ya me vuelvo loco
Mejor vete para otra cama a abrazar la almohada mi pequeño mozo
Que trato y trato
Que ingrato y cruel
Me lleva en brazos de la otra mujer
Que trato
(Oye curuca, si si, jui)
Trato, trato
Que ingrato que, ya me tiene convertido en garabato
Cada noche agazapado como un gato buscando siempre un bocato
Y no consigo otra mujer mujer
Eso que fue
Si yo te di todo lo que te ofrecí
Con frenesi yo hago lo que sea por ti
Tan solo quiero un poquitico de mi
Más no es así, nada pa' mi
Que trato ingrato, que trato cruel
Me echan en brazos de la otra mujer
Fuee el trato
(Te lo dije Edgar Perea, ajua)
(Ajo no me vas a llevar al carnaval? No te vistas que no vas, ay, ay, ay)
Tus caricias no me gustan, tu boca me sabe a curuca
Tus besos no tienen azúcar, tu aliento me asusta ya me vuelvo loco
Mejor vete para otra cama a abrazar la almohada mi pequeño mozo
Fue el trato, trato
Que trato cruel
Me echó en los brazos de la otra mujer
Fuee el trato
(Ay ay si si)
(Jui si)
O Acordo
(Ajua, da Colômbia, meu chandé)
Acordo, acordo
Que ingrato, já me deixou virando um rascunho
Toda noite escondido como um gato sempre buscando um bocado
E não consigo outra mulher, mulher
Isso que foi
Se eu te dei tudo que te ofereci
Com fervor eu faço o que for por ti
Só quero um pouquinho de ti
Mas não é assim, nada pra mim
Ai, ai, ai
(Jui jui, ajuaa jui)
Suas carícias não me agradam, sua boca tem gosto de curuca
Seus beijos não têm açúcar, seu hálito me assusta, já tô ficando louco
Melhor vai pra outra cama abraçar o travesseiro, meu pequeno moço
Que acordo e acordo
Que ingrato e cruel
Me leva nos braços da outra mulher
Que acordo
(Oi curuca, sim sim, jui)
Acordo, acordo
Que ingrato, já me deixou virando um rascunho
Toda noite escondido como um gato sempre buscando um bocado
E não consigo outra mulher, mulher
Isso que foi
Se eu te dei tudo que te ofereci
Com fervor eu faço o que for por ti
Só quero um pouquinho de mim
Mas não é assim, nada pra mim
Que acordo ingrato, que acordo cruel
Me jogam nos braços da outra mulher
Foi o acordo
(Te falei, Edgar Perea, ajua)
(Ah, você não vai me levar pro carnaval? Não se vista que não vai, ai, ai, ai)
Suas carícias não me agradam, sua boca tem gosto de curuca
Seus beijos não têm açúcar, seu hálito me assusta, já tô ficando louco
Melhor vai pra outra cama abraçar o travesseiro, meu pequeno moço
Foi o acordo, acordo
Que acordo cruel
Me jogou nos braços da outra mulher
Foi o acordo
(Ai ai, sim sim)
(Jui sim)