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Suave e Bruta

Joe Arroyo

Suave Bruta

Cumbia de mi tierra!
Para que no me olviden

Ya yo no soy un pelao
Ya yo no soy un pelao

Recibió un beso, Martica
Primera vez en su vida
Recibió un beso, Martica
Primera vez en su vida

Sobre la balsamina
Del patio de Bertilda
Sobre la balsamina
Del patio de Bertilda

Suave bruta
No trate al hijo ajeno así
Suave bruta
No trate al hijo ajeno así
Suave bruta

Sin mujé' que ya existiese (eso parece)
Me parece que carece
De un don que mi Dios le ha otorgado

Por regla son boquita floja
De lengua largota
Y verbo de cuidado
De un léxico que alborota
Al viejo más reservado

Ay, ¿quién se metió en la candela?
Ay, ¿quién se metió en la candela?
Hay otra piel, ¿qué te parece?
Hay otra piel
Hay otra piel, ¿qué te parece?
Hay otra piel

Ya yo no soy un pelao
Ya yo no soy un pelao
Ya yo no soy un pelao
Ya yo no soy un pelao

Avisan de Bocachica
Que en el cantil de Medina
Avisan de Bocachica
Que en el cantil de Medina

Se fue a morir, Sabina
Tirando dinamita
Se fue a morir, Sabina
Tirando Dinamita

Suave bruta
No trate al hijo ajeno así
Suave bruta
No trate al hijo ajeno así
Suave bruta
No trate al hijo ajeno así

Que no se le ocurra na' (no hay ocurrente)
Que no sé, que no sé
Montársele al gallo jabao

Le dejo una costilla rota
La patica floja y la quijá' pa' un la'o
También le pongo la boca
Y el ojo, bien colora'o

Ay, ¿quién se metió en la candela?
Y, ¿quién se metió en la candela?
Hay otra piel, ¿qué te parece?
Hay otra piel
Hay otra piel, ¿qué te parece?
Hay otra piel

Suave e Bruta

Cumbia da minha terra!
Pra que não me esqueçam

Já não sou mais um moleque
Já não sou mais um moleque

Recebeu um beijo, Martica
Primeira vez na vida dela
Recebeu um beijo, Martica
Primeira vez na vida dela

Sobre a balsamina
Do quintal da Bertilda
Sobre a balsamina
Do quintal da Bertilda

Suave e bruta
Não trate o filho dos outros assim
Suave e bruta
Não trate o filho dos outros assim
Suave e bruta

Sem mulher que já existisse (é o que parece)
Me parece que falta
Um dom que meu Deus lhe deu

Por regra são boca solta
De língua comprida
E verbo perigoso
De um léxico que agita
O velho mais reservado

Ai, quem se meteu na fogueira?
Ai, quem se meteu na fogueira?
Tem outra pele, o que você acha?
Tem outra pele
Tem outra pele, o que você acha?
Tem outra pele

Já não sou mais um moleque
Já não sou mais um moleque
Já não sou mais um moleque
Já não sou mais um moleque

Avisam de Bocachica
Que no penhasco de Medina
Avisam de Bocachica
Que no penhasco de Medina

Foi morrer, Sabina
Jogando dinamite
Foi morrer, Sabina
Jogando dinamite

Suave e bruta
Não trate o filho dos outros assim
Suave e bruta
Não trate o filho dos outros assim
Suave e bruta
Não trate o filho dos outros assim

Que não lhe ocorra nada (não tem ideia)
Que não sei, que não sei
Montar no galo ruivo

Deixo uma costela quebrada
A perninha mole e a mandíbula pro lado
Também deixo a boca
E o olho, bem vermelho

Ai, quem se meteu na fogueira?
E, quem se meteu na fogueira?
Tem outra pele, o que você acha?
Tem outra pele
Tem outra pele, o que você acha?
Tem outra pele

Composição: Ángela González