Tradução gerada automaticamente

Gentle On My Mind
Johnny Cash
Gentle On My Mind
(J. Hartford)
It's knowin' that your door is always open
And your path is free to walk
That makes me tend to leave my sleepin' bag
Rolled up and stashed behind your couch
And it's knowin' I'm not shackled
By forgotten words and bonds
And the ink stains that have dried upon some line
That keeps you in the back roads
By the rivers of my memory
That keeps you ever gentle on my mind
It's not clingin' to the rocks and ivy
Planted on their columns now that bind me
Or something that somebody said because
They thought we fit together walkin'
It's just knowing that the world
Will not be cursing or forgiving
When I walk along some railroad track and find
That you're movin' on the back roads
By the rivers of my memory
And for hours you're just gentle on my mind
Though the wheat fields and the clothes lines
And the junkyards and the highways come between us
And some other woman's cryin' to her mother
'cause she turned and I was gone
I still might run in silence
Tears of joy might stain my face
And the summer sun might burn me till I'm blind
But not to where I cannot see
You walkin' on the back roads
By the rivers flowin' gentle on my mind
I dip my cup of soup back from a gurglin' cracklin' cauldron
In some train yard
My beard a rustlin' coal pile
And a dirty hat pulled low across my face
Through cupped hands 'round a tin can
I pretend to hold you to my breast and find
That you're waitin' from the back roads
By the rivers of my memory
Ever smilin', ever gentle on my mind
Suave na Minha Mente
(J. Hartford)
É saber que sua porta está sempre aberta
E seu caminho é livre pra andar
Isso me faz deixar meu saco de dormir
Enrolado e escondido atrás do seu sofá
E é saber que não estou preso
Por palavras e laços esquecidos
E as manchas de tinta que secaram em alguma linha
Que te mantém nas estradas secundárias
Pelas margens da minha memória
Que te mantém sempre suave na minha mente
Não é me agarrar nas pedras e heras
Plantadas nas colunas que agora me prendem
Ou algo que alguém disse porque
Achou que combinávamos ao andar
É só saber que o mundo
Não vai estar xingando ou perdoando
Quando eu andar por alguma linha de trem e descobrir
Que você está seguindo pelas estradas secundárias
Pelas margens da minha memória
E por horas você é só suave na minha mente
Embora os campos de trigo e as linhas de roupa
E os ferros-velhos e as rodovias venham entre nós
E alguma outra mulher chorando pra mãe
Porque ela virou e eu já tinha ido
Eu ainda posso correr em silêncio
Lágrimas de alegria podem manchar meu rosto
E o sol de verão pode me queimar até eu ficar cego
Mas não a ponto de não ver
Você andando pelas estradas secundárias
Pelas margens fluindo suavemente na minha mente
Eu mergulho meu copo de sopa de um caldeirão
Borbulhante e estalando
Em algum pátio de trem
Minha barba é um monte de carvão farfalhante
E um chapéu sujo puxado baixo sobre meu rosto
Através de mãos em concha em volta de uma lata de alumínio
Eu finjo te segurar no meu peito e descubro
Que você está esperando nas estradas secundárias
Pelas margens da minha memória
Sempre sorrindo, sempre suave na minha mente



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