Todo No Puede Llamarse Amor
Jorge celedón:
Es normal que salga el sol y me pregunte por ella, es normal que las estrellas se pregunten que paso, hay quienes por corazón tienen un pedezo e´piedra que sera lo que ella lleva que solo dejo dolor.
Victor manuel:
Te ha dejado de querer, bonita mariposa que posaba entre las rosas para confundirte bien, te ha dejado de querer, o tal vez nunca te quiso despues que hizo lo que quiso se fue sin explicar bien.
Jorge celedón:
Jugo conmigo, sino era en serio debio decir, en cambio hizo que yo creyera en su corazón.
Victor manuel:
Como te explico que te ha pasado igual que a mi, oye mi amigo no todo puede llamarse amor.
Jorge celedón:
A mi también me paso lo mismo, también ame y cogio el camino, la mía se fue cortando las alas a un corazón que feliz volaba, y todavía la quiero, la extraño, la pienso.
Victor manuel:
Todos los días miro al cielo sin hayar explicación.
Jorge celedón:
A mi también me paso lo mismo, también ame y cogio el camino, la mía se fue cortando las alas a un corazón que feliz volaba.
Jorge y victor: "triste historia jorgito, espero que hayas aprendido la lección, no todo lo que brilla es oro, y no todo puede llamarse amor. tienes razón victor, esto es duro.!!"
"mira lo que aprendi en colombia: ¡¡ay hombee!!"
"y oye este: ehhhhh.!!"
Jorge celedón:
No puse freno, a nada yo la amaba y segui, todo su juego creyendo que era su gran amor.
Victor manuel:
Nunca te quiso por eso te voy a repetir, oye jorgito, no todo puede llamarse amor.
Jorge celedón:
A mi también me paso lo mismo, también ame y cogio el camino la mía se fue cortando las alas a un corazón que feliz volaba.
Hoy aprendi que hay que ser sincero, sino hay amor no digas te quiero.
Victor manuel:
Yo lo aprendi entre tanto daño, nunca me amo, y decia te amo.
Jorge celedón:
A parrandear cuando nos quejemos, porque cantar pa´el dolor es bueno.
Coro:
A mi también me paso lo mismo.
Victor manuel:
"vamos a cantar jorgito ven, ven.. ehhh.
Coro:
A mi tambien me paso lo mismo.
Jorge celedón:
Le di toda mi alma y mi corazón pero ella facil me abandono.
Coro:
A mi tambien me paso lo mismo.
Victor manuel:
Son las cosas del amor yo te lo explico jorgito.
Coro:
A mi tambien me paso lo mismo.
Victor manuel:
Que la amabas tanto, pero ella nunca te quiso.
Coro:
A mi también me paso lo mismo.
Victor manuel:
Así es el amor, inseguro impredecible.
Coro:
A mi también me paso lo mismo.
Victor manuel:
¡¡ay hombe...olvidarla es imposible... ehhhh
Nem Tudo Pode Ser Amor
Jorge Celedón:
É normal que o sol nasça e me pergunte por ela, é normal que as estrelas se perguntem o que aconteceu, tem quem tem um coração feito de pedra, o que será que ela carrega que só deixou dor.
Victor Manuel:
Ela parou de te amar, linda borboleta que pousava entre as rosas pra te confundir bem, ela parou de te amar, ou talvez nunca te amou, depois que fez o que quis, foi embora sem explicar direito.
Jorge Celedón:
Brincou comigo, se não era sério, devia ter falado, mas fez eu acreditar no coração dela.
Victor Manuel:
Como te explico que aconteceu comigo também, ouve, meu amigo, nem tudo pode ser chamado de amor.
Jorge Celedón:
Comigo também foi a mesma coisa, eu também amei e ela pegou o caminho, a minha foi cortando as asas de um coração que voava feliz, e ainda a quero, sinto falta, penso nela.
Victor Manuel:
Todo dia olho pro céu sem achar explicação.
Jorge Celedón:
Comigo também foi a mesma coisa, eu também amei e ela pegou o caminho, a minha foi cortando as asas de um coração que voava feliz.
Jorge e Victor: "triste história, Jorgito, espero que você tenha aprendido a lição, nem tudo que brilha é ouro, e nem tudo pode ser chamado de amor. você tá certo, Victor, isso é duro!!"
"olha o que aprendi na Colômbia: ¡¡ai hombee!!"
"e ouve isso: ehhhhh!!"
Jorge Celedón:
Não coloquei freio, eu a amava e segui, jogando todo o seu jogo acreditando que era seu grande amor.
Victor Manuel:
Nunca te amou, por isso vou repetir, ouve, Jorgito, nem tudo pode ser chamado de amor.
Jorge Celedón:
Comigo também foi a mesma coisa, eu também amei e ela pegou o caminho, a minha foi cortando as asas de um coração que voava feliz.
Hoje aprendi que é preciso ser sincero, se não há amor, não diga que te quero.
Victor Manuel:
Eu aprendi isso entre tanto sofrimento, nunca me amou, e dizia que me amava.
Jorge Celedón:
Vamos festejar quando nos queixarmos, porque cantar pra dor é bom.
Coro:
Comigo também foi a mesma coisa.
Victor Manuel:
"vamos cantar, Jorgito, vem, vem.. ehhh.
Coro:
Comigo também foi a mesma coisa.
Jorge Celedón:
Dei toda a minha alma e meu coração, mas ela me abandonou fácil.
Coro:
Comigo também foi a mesma coisa.
Victor Manuel:
São as coisas do amor, eu te explico, Jorgito.
Coro:
Comigo também foi a mesma coisa.
Victor Manuel:
Que a amavas tanto, mas ela nunca te quis.
Coro:
Comigo também foi a mesma coisa.
Victor Manuel:
Assim é o amor, inseguro e imprevisível.
Coro:
Comigo também foi a mesma coisa.
Victor Manuel:
¡¡ai hombe... esquecer ela é impossível... ehhhh