Tradução gerada automaticamente

Vuelve Al Llano
Jorge Guerrero
Volte para a planície
Vuelve Al Llano
Volte para a planície, volte para a planícieVuelve al llano vuelve al llano
Llanero, esta é a sua terraLlanero, esta es tu tierra
A planície está me chamandoEl llano me está llamando
Escute, mulher bonitaEscucha mujer bonita
Mas isso sim, lamentadoPero eso si lamentao
Ouço seu grito no ventoOigo su grito en el viento
Como um eco ao longeComo un eco en la distancia
Muito triste e angustiadoMuy triste y acongojao
Será porque estou distanteSerá porque estoy lejano
E nunca mais volteiY más nunca he regresao
Para cantar aos seus riosA cantarle a sus esteros
Como nos tempos passadosComo en los tiempos pasaos
Onde está meu cavaloDonde estar mi caballo
Aquele ruço avermelhadoAquel rucio colorao
No qual eu passavaEn el que yo me pasaba
Festejando apaixonadoParrandeando enamorao
Ontem à noite estava sonhandoCnoche estaba soñando
E hoje acordei viajadoY hoy amanecí enviajao
Porque vi minha casinhaPorque mire mi ranchito
Sozinha e abandonadaSolito y abandonao
Com as paredes desmoronandoCon las paredes cayendose
O teto e o sótãoEl techo y el soberao
A cerca no chãoLa empalizada en suelo
E o pátio todo coberto de matoY el patio bien enmontao
A mangueira e o dibi-dibiEl mango y el dibidibi
Sonhei que estavam secossoñé que se habían secao
O cano que havia na frenteEl cañito que había al frente
Também sonhei que estava tapadoTambién lo soñé tapao
Na mata de mangueEn la matica de mangle
Os carraos não fazem ninho maisYa no se anida el carrao
Os torditos e chumichesLos torditos y chumiches
Mudaram-se para outro lugarSe mudaron pa' otro la'o
Você, llanera, e eu tambémTu llanera y yo también
Não sei por que viemosNo sé porque nos vinimos
Viver tão azaradosA vivir tan azaraos
Em uma angústia eternaEn una zozobra eterna
Com tanta insegurançaCon tanta inseguridad
E o ar poluídoY el aire contaminao
É verdade que na cidadeEs cierto que en la ciudad
Tudo está modernizadoTodo esta modernizao
E apesar de tudoY a pesar de los pesares
Não pensem que estou acomodadoNo crean que estoy amañao
Aqui eu não me acostumoAquí yo no me acostumbro
Me sinto como enclausuradoMe siento como encerrao
E se não voltar para a planícieY si no regreso al llano
Morro desesperadoMe muero desesperao
Porque é lá na minha planíciePorque es que allá en mi llanura
Que vivemos despreocupadosVivimos despreocupaos
Comendo mandioca e banana-da-terraComiendo yuca y topocho
Porco frito e peixeMarrano frito y pescao
De vez em quando saímosDe vez en cuando salimos
Para a cidade fazer comprasPara el pueblo hace un mercao
E quando percebermosY cuando nos demos cuenta
Os anos já terão passadoLos suticos ya están criaos
Lá vivemos tranquilosCllá vivimos tranquilos
Com um punhado de terra ganhoCon un puñito es ganao
À tarde sairemosDe tardecita saldremos
Com o sol dos veadosCon el Sol de los venaos
Para deixar no roçadoA dejar en el conuco
Os cachorros soltosLos perros entramojaos
Para cuidarem do milharalPa' que cuiden el maicito
Porque há capivaras criadasPorque hay chigüire cebao



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