Tradução gerada automaticamente
Alejo Vega
Jorge Mlikota
Alejo Vega
Alejo Vega
Don Alejo Vega é um homem qualquerDon Alejo Vega es un hombre cualquiera
Um de nós, uma lasca a maisUno de nosotros, una astilla más
Um dos tantos que luta e esperaUno de los tantos que lucha y espera
E que briga sempre até o finalY que da pelea siempre hasta el final
A vida é dura, mas ele não se entregaLa vida le cuesta pero no se entrega
Carrega a bandeira da dignidadeLleva la bandera de la dignidad
Desde a profunda raiz da terraDesde la profunda raíz de la tierra
Se planta seu grito de crua verdadeSe planta su grito de cruda verdad
Seu sangue mestiço está em pé de guerraSu sangre mestiza está en pie de guerra
Arde por suas veias a argentinidadeArde por sus venas la argentinidad
É filho do monte, do rio e da pedraEs hijo del monte, del río y la piedra
E como a pátria nasceu em TucumánY como la patria nació en Tucumán
Quando amanhece, volta da lidaCuando amanecido vuelve de la macha
Com poncho de estrelas, se vê passarEn poncho de estrellas, se lo ve pasar
E solta no ar um punhal de bagualasY suelta en el aire un puñal de bagualas
Rasgando as mágoas pelo arenalDesgarrando penas por el arenal
E se tornam zambas os tarcos ao amanhecerY se vuelven zambas los tarcos al alba
Perfumando o céu de seu TucumánPerfumando el cielo de su Tucumán
Sábio da vida, formado na ruaSabio de la vida, graduado en la calle
Sua filosofia foi a liberdadeSu filosofía fue la libertad
Como andorinha que vive no arComo golondrina que vive en el aire
Com o vento contra, aprendeu a voarCon el viento en contra aprendió a volar
E entre um bico e outro, de vez em quandoY entre changa y changa, muy de tarde en tarde
Levantou seu rancho lá em TucumánLevantó su rancho allá en Tucumán
Quando os domingos se torna guitarraCuando los domingos se vuelve guitarra
O junco da alma começa a afinarEl junque del alma comienza a templar
E esse vinho lerto de repente arrancaY ese vino lerto de golpe le arranca
Uma canção simples para apaixonarUna copla simple para enamorar
E entrelaçando sonhos vai pela zambaY trenzando sueños se va por la zamba
Subindo o céu de seu TucumánRemontando el cielo de su Tucumán
Quando amanhece, volta da lidaCuando amanecido vuelve de la macha
Com poncho de estrelas, se vê passarEn poncho de estrellas, se lo ve pasar
E solta no ar um punhal de bagualasY suelta en el aire un puñal de bagualas
Rasgando as mágoas pelo arenalDesgarrando penas por el arenal
E se tornam zambas os tarcos ao amanhecerY se vuelven zambas los tarcos al alba
Perfumando o céu de seu TucumánPerfumando el cielo de su Tucumán



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