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As coisas são pelo nome

José Angel Trelles

Las Cosas Por Su Nombre

Eso que dice mi gente
Con pocas palabras y tanto respeto
Andando caminos, a veces inciertos
Y siempre adelante, naciendo y muriendo

Eso que inunda las calles
Con cada mirada, con cada silencio
Del hombre que lucha y construye sus sueños
A veces ganando y a veces perdiendo

Eso que algunos regalan
O venden en cuotas a muy bajo precio
Sintiéndose luego vacíos por dentro
Buscando razones, negando y mintiendo

Eso que algunos escriben
Y que luego esconden, temblando de miedo
Sintiendo la fuerza tremenda del viento
Que crece al oir su voz

Eso que ronda en el aire
En todos los tiempos y en todos los pueblos
Sembrando la tierra, golpeando el acero
Buscando horizontes, pensando y sintiendo

Eso que un día mi padre
Trató de explicarme con tantos ejemplos
Viviendo su vida de cada momento
Mirando al destino con ojos sinceros

Eso que algunos regalan
O venden en cuotas a muy bajo precio
Sintiéndose luego vacíos por dentro
Buscando razones, negando y mintiendo

Eso que algunos escriben
Y que luego esconden, temblando de miedo
Sintiendo la fuerza tremenda del viento
Que crece al oir su voz

Eso se llama libertad!

Eso se llama ternura
Se llama coraje, se llama locura
Se llama mi amigo, mi patria, mi sueño
Se llama mis manos, se llama te quiero

Eso se llama libertad!

Eso se llama ternura
Se llama coraje, se llama locura
Se llama mi amigo, mi patria, mi sueño
Se llama mis manos, se llama te quiero

Eso se llama libertad!

As coisas são pelo nome

O que meu povo diz
Com poucas palavras e muito respeito
Percursos pedestres, às vezes incertos
E sempre pra frente, nascendo e morrendo

Aquilo que inunda as ruas
Com cada olhar, com cada silêncio
Do homem que luta e constrói seus sonhos
Às vezes ganhando e às vezes perdendo

Que alguns dão
Ou vendem parcelado a um preço muito baixo
Sentindo-se vazio por dentro
Procurando motivos, negando e mentindo

O que alguns escrevem
E então se esconda, tremendo de medo
Sentindo a tremenda força do vento
Isso cresce ao ouvir sua voz

Aquilo que paira no ar
Em todos os tempos e em todos os povos
Semeando a terra, batendo no aço
Procurando horizontes, pensando e sentindo

Que um dia meu pai
Ele tentou me explicar com tantos exemplos
Vivendo sua vida a cada momento
Olhando para o destino com olhos sinceros

Que alguns dão
Ou vendem parcelado a um preço muito baixo
Sentindo-se vazio por dentro
Procurando motivos, negando e mentindo

O que alguns escrevem
E então se esconda, tremendo de medo
Sentindo a tremenda força do vento
Isso cresce ao ouvir sua voz

Isso se chama liberdade!

Isso se chama ternura
Chama-se coragem, chama-se insanidade
Chama-se meu amigo, minha pátria, meu sonho
Chama-se minhas mãos, chama-se eu te amo

Isso se chama liberdade!

Isso se chama ternura
Chama-se coragem, chama-se insanidade
Chama-se meu amigo, minha pátria, meu sonho
Chama-se minhas mãos, chama-se eu te amo

Isso se chama liberdade!

Composição: Fernando Porta