Wilde Rose
Bei dem Waldessaum im Wiesenhang
stand am Rosenstrauch mein Lieb und sang.
Sang ein Lied von einer wilden Ros',
hielt ein Dornenzweiglein in dem Schoß.
"Dornen", sang sie, "Dornen rings um her
wenn die Lieb' doch ohne Dornen wär!
Seine Lippen sind die Rosen rot,
seine Küsse bringen Dornennot!"
Und sie schwieg; da trat ich leis' zu ihr,
sprach: "Vergieb, mein Lieb', ich lauschte dir!
Dornen, Dornen! acht' der Dornen nicht,
wenn die Blühe aus der Knospe bricht!"
Rosa Selvagem
À beira da floresta, na encosta do campo
estava meu amor junto ao roseiral e cantava.
Cantava uma canção sobre uma rosa selvagem,
segurando um raminho de espinhos no colo.
"Espinhos", cantou ela, "espinhos ao redor
se o amor fosse só amor, sem espinhos!
Seus lábios são como rosas vermelhas,
seus beijos trazem dor e espinhos!"
E ela silenciou; então me aproximei devagar,
falei: "Perdoa, meu amor, eu te escutei!
Espinhos, espinhos! não se importe com os espinhos,
quando a flor desabrocha da brotação!"
Composição: Fürst Zu, Eulenburg