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Canción Secreta

José Larralde

Letra

Canção Secreta

Canción Secreta

Vi ela se despir para brincar na águaLe vi desnudar su cobre para jugar en el agua
Por causa dos rumores repentinos de um galhoPor los súbitos rumores parejeros de una rama

Eu estava sozinho, sentado numa encostaYo estaba solito y solo, sentado en una barranca
Olhando o estalo de um cardume de tilápiasMirando el chisporroteo de un cardumen de mojarras
Era uma tarde de verão no pomar de talaY era una tarde de estío por el huerto de los tala
O ar rodava doce, como mel de lechiguanaEl aire rodaba dulce, como miel de lechiguana
Sua pele fina de goiaba, fios de sol dançavamSu fina piel de guayabo, hilos de soles andaba
Das carícias do rio ao abraço da praiaDe las caricias del río al abrazo de la playa
Era redondo o embalo quente das rolinhasEra redondo el arrullo caliente de las torcazas
E o churruinche preso nas minhas têmporas pulsavaY el churruinche prisionero de mis sienes palpitaba
Pulsava ePalpitaba y
E ela abria seu sorriso, como uma gaiolaY ella abría su risa, como una jaula

Eu disse sem os olhosSe los dije sin los ojos
Eu disse com palavrasSe lo dije con palabras
Eu disse com palavras que iam morrendo no rioSe lo dije con palabras que iban muriendo en el río
Como frases desfolhadas, como pétalas mordidasComo frases deshojadas, como pétalos mordidos
Como migalhas de esperançaComo migas de esperanza

Nos amamosNos quisimos
Na ardente meia-lua da praiaEn la ardiente medialuna de la playa
Ela me deu uma flor de ceibo, mas eu deixei esquecidaMe obsequió una flor de ceibo, pero la dejé olvidada
Percorremos o carinho do cobre até a prataRecorrimos el cariño desde el cobre, hasta la plata
E até o pagamento dos grilos por um caminho de cigarrasY hasta el pago de los grillos por un trillo de chicharras

E ela foi embora com a Lua, a Lua veio buscá-laY se marchó con la Luna, la Luna vino a buscarla
Pelos caminhos do mato, com muito medo no rostoPor los senderos del monte, con mucho miedo en la cara

Nos vimos de tarde em tarde, enquanto cuidava de suas vacasNos vimos de tarde en tarde, mientras campeaba a sus vacas
Visitávamos o trevo, os milharais e as pilhasVisitábamos el trébol, los maizales y las parvas
E uma tarde nos cobriram os joelhosY una tarde nos cubrieron los hinojos
Que levantam suas sombrinhas amarelas, como meninas empinadasQue levantan sus sombrillas amarillas, como niñas empinadas

E depoisY después
Foi no inverno, uma tarde fria e claraFue en el invierno, una tarde fría y clara
Como as gotas de chuva que escorrem pelos talasComo las gotas de lluvia que se escurren por los talas
Ela me disse palavras tristes parecidas com lágrimasMe dijo palabras tristes parecidas a las lágrimas
E euY yo
Coisas parecidas com lenços respondiaCosas parecidas a pañuelos contestaba
Mas tudo foi em vão, a sorte já estava lançadaPero todo fue de balde, la suerte ya estaba echada
E tive que romper as horas, como se rompe cartasY hubo de romper las horas, como se rompen las cartas
Quando ela me disse adeusCuando me dijo su adiós
Eu me desfaço sem palavrasMe desgajé sin palabras
Gritou a estrela, angustiada de me ver sozinho na praiaGritó el lucero, angustiado de verme solo en la playa
E acho que foi naquela tarde que encontrei meu violãoY creo que fue esa tarde que yo encontré mi guitarra

Composição: Osiris Rodríguez Castillos. Essa informação está errada? Nos avise.
Enviada por João. Revisões por 2 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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