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Esa Porfiada Fe

José Larralde

Letra

Significado

Essa Teimosa Fé

Esa Porfiada Fe

Quando a raiva me desce pelas mãosCuando la bronca me baja por las manos
uma vez e tantas vezesuna vez y tantas veces
uma baba atrevida se coagula nos meus orgulhos...y, una baba procaz se cuaja en mis orgullos...
me explode a idiotice e eu me destruome estalla la idiotez y me destruyo
de mais abaixo das marcasdesde más abajo de las huellas
se apagaram, antes de nascer meus dias.se me borraron, antes de nacer mis días.

Olho o ar passar, desesperado e parado!Miro pasar el aire, ¡desesperado y quieto!
Queria que estivesse nos meus pulmões!,¡quisiera que estuviera en mis pulmones!,
mas eu me afogo e quebropero me ahogo y quiebro
o último "por quê", a última "noção"el último "por qué", la última "noción"
de uma derrotade una derrota
que percorreu a glória de algum sonho,que transitó la gloria de algún sueño,
de algum desejo ingênuo, muito lá dentro!de algún deseo ingenuo, ¡muy adentro!
tão lá dentro... que parecia medo!tan adentro... que parecía ¡miedo!
igual ao medo de perder tudo,igual que el miedo a perderlo todo,
quando não há mais nada, que nada em jogo.cuando no hay nada más, que nada en juego.

Quando a raiva, eu disse e digo "raiva"!Cuando la bronca, dije ¡y digo "bronca"!
no mais alto anúncio do castigoen el más alto anuncio del castigo
que ficou comigo,que se quedó conmigo,
audaz, autoritário, irritante,audaz, autoritario, fastidioso,
justamente comigo!, que tive fé,justamente ¡conmigo!, que tuve fe,
essa teimosa fé... de dar abrigoesa porfiada fe... de dar cobijo
no mais amplo espaço dos séculosen el más amplio espacio de los siglos
justamente comigo!... Sinto raiva!¡justamente conmigo!... ¡Siento bronca!

Sou um trabalhador: sou o destinoSoy un trabajador: soy el destino
do fome dos meus filhos.del hambre de mis hijos.
Não dou mais perdão, porque não tenho,Ya no doy más perdón, porque no tengo,
inclusive suor, nem paciência..., nem faço rituais...ni sudor, ni paciencia..., ni hago ritos...
Se os santos descessem, me diriam...Si bajaran los santos, me dirían...
que já não há domingosque ya no hay domingos
porque já não há segundas e nos lugaresporque ya no hay lunes y en los sitios
onde nascem os calos, há demissões!donde nacen los callos ¡hay despidos!

Olho o ar passar, desesperado e parado!Miro pasar el aire ¡desesperado y quieto!
Onde está o amor?¿Dónde tengo el amor?
Onde estará minha sombra?¿Dónde estará mis sombra?
Qual é este lugar onde morre esta hora?¿Cuál es este lugar donde muere esta hora?
Onde estará aquele credo¿Dónde estará aquel credo
que minha mãe me falou?del que me habló mi madre?

Cada portão que olho,Cada portón que miro,
me esmaga essa cara de portão que consegui...me aplasta esta cara de portón que conseguí...
Batendo em cada portão que vi.Golpeando cada portón que vi.

Que pecado mortal cometeram meus "antes",¿Qué pecado mortal cometieron mis "antes",
que chegou até mimque ha llegado hasta mi
essa conta impaga.esta factura impaga.
Me submeto a gastar a razão das minhas dúvidas...Me someto a gastar la razón de mis dudas...
e arranco meu sangue...y arrebato mi sangre...
sobre essa chaga infamesobre esta llaga infame
que me desglosa o ossoque me desglosa el hueso
e me infecta e me traga.y me infecta y me traga.
Essa teimosa fé... Não valeu nada!Esa porfiada fe... ¡No valió nada!


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