Tradução gerada automaticamente

Por Dentro de La Vida
José Larralde
Por Dentro da Vida
Por Dentro de La Vida
Se foi, se foi sem dizer nada,Se fue, se fue sin decir palabra,
Pra que ficar falando à toa,Pa´que andar palabreriando,
Se ninguém dá bola,Si naides le da razón,
Pra opinião de um conterrâneo,A la opinión de un paisano,
Que impõe aos outros,Que le imposta a los demás,
O que a gente tá pensando.Lo que uno viene pensando.
Se foi sem dizer nada,Se fue sin decir palabras,
Porque já tava cansado,Porque ya estaba cansado,
De passar pela vida,De andar pasando la vida,
Sem ter um pouco de algo,Sin tener un poco de algo,
Nem que fosse um tantinho,No más aunque fuese un tanto,
Pra não ficar só na luta.Pa´no andar zapateriando.
Porque no final todo mundo se dá bem,Porque al final todos copan,
Mas quem se ferra é o pobre coitado,Pero banca el pobre diablo,
E como é na raça,Y como es a cuero limpio,
As fatias parecem trapo.Las lonjas parecen trapo.
Ninguém é mesquinho com salmoura,Naides mezquina salmuera,
Quando é de outro lombo, a carne.Cuando es de otro lomo, el tajo.
Se foi, se foi sem dizer nada,Se fue, se fue sin decir palabra,
Não é questão de ficar chorando,No es cuestión de andar llorando,
As lágrimas são muito nossas,Las lagrimas son muy de uno,
Pra ficar mostrando,Como pa´andarlos mostrando,
Pois não há jeito de ser,Pues no hay manera de ser,
Mais pobre, nem desgrenhado,Más pobre, ni desgraciado,
Do que quando a gente mostra um choro,Que cuando uno muestra un llanto,
Pra que saibam que tá chorando,Pa´ que sepan que ha llorao,
E dentro da compaixão,Y dentra la compasión,
Pra se ganhar por ser fraco.A ganarse por lo blando.
Que não é coisa de homem de verdade,Que no es de hombre de verdá,
Viver de honra emprestada,Vivir de honor emprestado,
Quando se trocou a própriaCuando se ha cambiado el propio
Por um osso e sem nojo.Por un hueso y sin un asco.
Se foi, se foi sem dizer nada,Se fue, se fue sin decir palabra,
Podre de cachorros magros,Podrido de perros flacos,
Que latem pra não ficar entediados,Que ladran pa´no aburrirse,
Pros perdidos de um pássaro.A los volidos de un pajaro.
Cansado de ver tanta sombra,Harto de ver tanta sombra,
Na esperança de um outro ano,En la esperanza de otro año,
Que se vai de dentro da gente,Que se va de dentro de uno,
Rumbando pro desencanto.Rumbiando pa´ el desengaño.
Já não quer mais lutar,Ya no quiere pionar más,
Porque perdeu o ânimo,Porque se le ha muerto el ánimo,
E nas fendas dos dedos,Y en las grietas de los dedos,
Entraram, a crescer espinhos.Le han dentrao, a crecer cardos.
Se foi, se foi sem dizer nada,Se fue, se fue sin decir palabra,
Pra que ficar falando à toa,Pa´que andar palabreriando,
Porque no final todo mundo se dá bem,Porque al final todos copan,
Mas quem se ferra é o pobre coitado,Pero banca el pobre diablo,
E como é na raça,Y como es a cuero limpio,
As fatias parecem trapo.Las lonjas parecen trapo.
Ninguém é mesquinho com salmoura,Naides mezquina salmuera,
Quando é de outro lombo, a carne.Cuando es de otro lomo, el tajo.



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