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Soneto 16
José Larralde
Soneto 16
Soneto 16
Sabiás livres, da minha janela,Gorriones libres, de mi ventana,
preenchem de canto toda a casa.llenan de canto toda la casa.
Sem gaiolas de ouro pela manhã,Sin jaulas de oro por la mañana,
subem a vida até a laje.trepan la vida hasta la terraza.
Sabiás livres, asas com asas,Gorriones libres, alas con alas,
estrofa solta, nota sem falta.estrofa suelta, nota sin falta.
Nem vão, nem esperam, nem fogem, nem nada,Ni van, ni esperan, ni huyen, ni nada,
só são livres... com isso basta.solo son libres... con eso basta.
Como eu te invejo, penso na raça,Como te envidia pienso la raza,
do pobre passarinho que vive em gaiola,del pobre pájaro que vive en jaula,
por ser bonito e que às vezes andapor ser hermoso y que a veces anda
atrás da barra podre e safada,tras el barrote bastardo y maula,
mordendo a poeira de uma batalha,mordiendo el polvo de una batalla,
que nem mesmo morto se acaba.que ni siquiera muerto se acaba.
Pra ser livre, morrer não adianta.Para ser libre, morir no alcanza.
Sabiás livres... da minha janela...Gorriones libres... de mi ventana...



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