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As Feridas

José Luis Rodríguez

Las heridas

Yo pensé que podría
olvidarte algún día
y no es verdad,
porque el tiempo no borra
ni llena el vacío
desde que no estas.

Se desgarra mi alma
tu recuerdo me clava
como un puñal
se agiganta el anhelo
la ansiedad y el deseo
de volverte a encontrar.

Las heridas, no,
no sanan en un día, no,
se quedan en la mente, si,
a flor de piel por siempre,
las heridas, no,
no cierran simplemente, no,
se abren de repente, si,
cuando un amor termina.

Tu figura, tu pelo,
tu mirada, tus besos
donde estarán
me atormento pensando
que quizás otros brazos
te abrigaran.

Cada vez que amanece
tu fantasma aparece
en mi soledad
y te lloro en silencio
y es en vano el lamento
porque es tarde ya.

Las heridas, no,
no sanan en un día, no,
se quedan en la mente, si,
a flor de piel por siempre,
las heridas, no,
no cierran simplemente, no,
se abren de repente, si,
cuando un amor termina.(x2)

As Feridas

Eu pensei que poderia
te esquecer algum dia
e não é verdade,
porque o tempo não apaga
nem preenche o vazio
desde que você não está.

Minha alma se rasga
e sua lembrança me fere
como uma adaga
o desejo se intensifica
a ansiedade e a vontade
de te reencontrar.

As feridas, não,
não cicatrizam em um dia, não,
ficam na mente, sim,
a flor da pele pra sempre,
as feridas, não,
não fecham simplesmente, não,
se abrem de repente, sim,
quando um amor termina.

Sua figura, seu cabelo,
sua mirada, seus beijos
onde estarão
me atormento pensando
que talvez outros braços
te abracem.

Toda vez que amanhece
tufo aparece
na minha solidão
e eu choro em silêncio
e é em vão o lamento
porque já é tarde.

As feridas, não,
não cicatrizam em um dia, não,
ficam na mente, sim,
a flor da pele pra sempre,
as feridas, não,
não fecham simplesmente, não,
se abrem de repente, sim,
quando um amor termina.(x2)

Composição: Luis Miguel Escovar / Rudy Pérez