Tu piel de jazmín
Estoy pagando mi culpa,
borracho, sin razón, perdido...
Ya no tendré lo que he tenido...
Ya nunca... Yo sé que nunca...
Y en el silencio se quedó
la queja amarga de tu adiós como un castigo...
Estoy pagando mi culpa
y sigo sin poder olvidar...
Me faltas tú
con tu piel de jazmín...
Me faltas tú
con tu voz, tu reír...
Y en la terrible tortura
de mis noches tan dramáticas y oscuras
escucho siempre tu voz,
toco tu piel,
¡tu piel de raso y de jazmín!
Me fúi matando tus sueños
y todo se quedó vacío...
Abandoné lo que era mío...
¿Te acuerdas?... Tan solo mío...
Y hoy que no puedo regresar
tu llanto sigue junto a mí como un castigo...
Me fui matando tus sueños
y sigo sin poder olvidar.
Sua pele de jasmim
Estou pagando minha culpa,
bêbado, sem razão, perdido...
Não terei mais o que já tive...
Nunca mais... Eu sei que nunca...
E no silêncio ficou
a queixa amarga do seu adeus como um castigo...
Estou pagando minha culpa
e sigo sem conseguir esquecer...
Falta você
com sua pele de jasmim...
Falta você
com sua voz, seu riso...
E na terrível tortura
das minhas noites tão dramáticas e escuras
ouço sempre sua voz,
toco sua pele,
!sua pele de cetim e de jasmim!
Fui matando seus sonhos
e tudo ficou vazio...
Abandonei o que era meu...
Lembra?... Apenas meu...
E hoje que não posso voltar
tu choro continua ao meu lado como um castigo...
Fui matando seus sonhos
e sigo sem conseguir esquecer.
Composição: Jose Maria Contursi, Martinez Mariano