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Sua pele de jasmim

José María Contursi

Tu piel de jazmín

Estoy pagando mi culpa,
borracho, sin razón, perdido...
Ya no tendré lo que he tenido...
Ya nunca... Yo sé que nunca...
Y en el silencio se quedó
la queja amarga de tu adiós como un castigo...
Estoy pagando mi culpa
y sigo sin poder olvidar...

Me faltas tú
con tu piel de jazmín...
Me faltas tú
con tu voz, tu reír...
Y en la terrible tortura
de mis noches tan dramáticas y oscuras
escucho siempre tu voz,
toco tu piel,
¡tu piel de raso y de jazmín!

Me fúi matando tus sueños
y todo se quedó vacío...
Abandoné lo que era mío...
¿Te acuerdas?... Tan solo mío...
Y hoy que no puedo regresar
tu llanto sigue junto a mí como un castigo...
Me fui matando tus sueños
y sigo sin poder olvidar.

Sua pele de jasmim

Estou pagando minha culpa,
bêbado, sem razão, perdido...
Não terei mais o que já tive...
Nunca mais... Eu sei que nunca...
E no silêncio ficou
a queixa amarga do seu adeus como um castigo...
Estou pagando minha culpa
e sigo sem conseguir esquecer...

Falta você
com sua pele de jasmim...
Falta você
com sua voz, seu riso...
E na terrível tortura
das minhas noites tão dramáticas e escuras
ouço sempre sua voz,
toco sua pele,
!sua pele de cetim e de jasmim!

Fui matando seus sonhos
e tudo ficou vazio...
Abandonei o que era meu...
Lembra?... Apenas meu...
E hoje que não posso voltar
tu choro continua ao meu lado como um castigo...
Fui matando seus sonhos
e sigo sem conseguir esquecer.

Composição: Jose Maria Contursi, Martinez Mariano