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ReDoses

José Rafael Cordero Sánchez

Redosis

Si
La historia continúa
ReDosis

Cae el Sol y me pierdo en el reflejo
El agua guarda todo lo que dejo
Miradas que no dicen lo que siento
Pero el silencio grita lo que llevo dentro

Camino solo, pero no estoy vacío
Cargo fuego aunque parezca frío
Las luces tiemblan cuando me acerco
No soy un héroe, pero tampoco un muerto

Y aunque me queme el alma lento
Sigo firme contra el viento
Nadie sabe lo que soy

Dame otra ReDosis, que me haga sentir
Aunque me rompa, me mantenga aquí
Entre sombras, brillo en crisis
Soy veneno y soy raíz

Dame otra ReDosis, no quiero huir
Si me caigo vuelvo a subir
Soy la llama que no se apaga
Aunque el mundo quiera verme morir

Tengo cicatrices que no ves de frente
Historias que no entiende la gente
Sonrío aunque todo se derrumbe
Porque el dolor ya se volvió costumbre

No busco gloria, ni reconocimiento
Solo encontrar paz en el intento
Pero el destino juega conmigo
Y en cada caída me hago más vivo

Y aunque me queme el alma lento
Sigo firme contra el viento
Nadie sabe lo que soy

Dame otra ReDosis, que me haga sentir
Aunque me rompa, me mantenga aquí
Entre sombras, brillo en crisis
Soy veneno y soy raíz

Dame otra ReDosis, no quiero huir
Si me caigo vuelvo a subir
Soy la llama que no se apaga
Aunque el mundo quiera verme morir

Rojo en las venas, fuego en la piel
Cada caída me enseñó a renacer
No soy perfecto, pero soy real
Y en cada herida encontré mi señal

ReDosis

ReDoses

Se
A história continua
ReDoses

Cai o Sol e me perco no reflexo
A água guarda tudo que deixo
Olhares que não dizem o que sinto
Mas o silêncio grita o que levo dentro

Caminho sozinho, mas não estou vazio
Carrego fogo, embora pareça frio
As luzes tremem quando me aproximo
Não sou um herói, mas também não sou um morto

E mesmo que minha alma queime devagar
Sigo firme contra o vento
Ninguém sabe o que sou

Me dá outra ReDose, que me faça sentir
Mesmo que me quebre, me mantenha aqui
Entre sombras, brilho em crise
Sou veneno e sou raiz

Me dá outra ReDose, não quero fugir
Se eu cair, volto a subir
Sou a chama que não se apaga
Mesmo que o mundo queira me ver morrer

Tenho cicatrizes que você não vê de frente
Histórias que a galera não entende
Sorrio mesmo quando tudo desmorona
Porque a dor já virou rotina

Não busco glória, nem reconhecimento
Só quero encontrar paz na tentativa
Mas o destino brinca comigo
E a cada queda, me sinto mais vivo

E mesmo que minha alma queime devagar
Sigo firme contra o vento
Ninguém sabe o que sou

Me dá outra ReDose, que me faça sentir
Mesmo que me quebre, me mantenha aqui
Entre sombras, brilho em crise
Sou veneno e sou raiz

Me dá outra ReDose, não quero fugir
Se eu cair, volto a subir
Sou a chama que não se apaga
Mesmo que o mundo queira me ver morrer

Vermelho nas veias, fogo na pele
Cada queda me ensinou a renascer
Não sou perfeito, mas sou real
E em cada ferida encontrei meu sinal

ReDose

Composição: Jose Rafael Cordero Sánchez