Belleza de Las Cenizas
Cuando en el suelo me encontré
Con lágrimas en mis manos que derramé
Viviendo en miseria y escasez
Gritando por auxilio sálvame
Sin agua pa saciar esta sequía
Estoy en luto no hay alegría
Ven y líbrame de esta agonía
Escuche tu voz que me decía
Hijo mío levántate
Tu lugar no es en el suelo
Yo vengo a restaurarte
Lo que aún dejaste en el olvido
Tengo los pedazos de tu vida
Ya mi promesa fue cumplida
Yo quiero que sepa que de tus heridas
Yo hago belleza de las cenizas
Cuando en el suelo me encontré
Con lágrimas en mis manos que derramé
Viviendo en miseria y escasez
Gritando por auxilio sálvame
Ven toma esta alma tan sufrida
Tu el alfarero y yo la vasija
Transforma este barro sé mi guía
Escuche tu voz que me decía
Hijo mío levántate
Tu lugar no es en el suelo
Yo vengo a restaurarte
Lo que aún dejaste en el olvido
Tengo los pedazos de tu vida
Ya mi promesa fue cumplida
Yo quiero que sepa que de tus heridas
Yo hago belleza de las cenizas
Sacúdete del polvo y párate de ahí
Lo vil, menospreciado yo te llamado
Es que no hay razón para tu sufrir
Si siempre estuve aquí
Hijo mío levántate
Tu lugar no es en el suelo
Yo vengo a restaurarte
Lo que aún dejaste en el olvido
Hijo mío levántate
Tu lugar no es en el suelo
Yo vengo a restaurarte
Lo que aún dejaste en el olvido
Tengo los pedazos de tu vida
Ya mi promesa fue cumplida
Yo quiero que sepa que de tus heridas
Yo hago belleza de las cenizas
Sacúdete del polvo y párate de ahí
Lo vil, menospreciado yo te llamado
Es que no hay razón para tu sufrir
Si siempre estuve aquí
Hijo mío levántate
Tu lugar no es en el suelo
Yo vengo a restaurarte
Lo que aún dejaste en el olvido
Tengo los pedazos de tu vida
Ya mi promesa fue cumplida
Yo quiero que sepa que de tus heridas
Yo hago belleza de las cenizas
Beleza das Cinzas
Quando me encontrei no chão
Com lágrimas nas mãos que derramei
Vivendo em miséria e escassez
Gritando por socorro, me salva
Sem água pra saciar essa seca
Estou de luto, não há alegria
Vem e me livra dessa agonia
Escutei sua voz que me dizia
Meu filho, levante-se
Seu lugar não é no chão
Eu venho pra te restaurar
O que ainda deixaste no esquecimento
Tenho os pedaços da sua vida
Minha promessa já foi cumprida
Quero que saiba que das suas feridas
Eu faço beleza das cinzas
Quando me encontrei no chão
Com lágrimas nas mãos que derramei
Vivendo em miséria e escassez
Gritando por socorro, me salva
Vem, toma esta alma tão sofrida
Tu és o oleiro e eu sou a jarra
Transforma esse barro, seja meu guia
Escutei sua voz que me dizia
Meu filho, levante-se
Seu lugar não é no chão
Eu venho pra te restaurar
O que ainda deixaste no esquecimento
Tenho os pedaços da sua vida
Minha promessa já foi cumprida
Quero que saiba que das suas feridas
Eu faço beleza das cinzas
Sacuda a poeira e levante-se daí
O vil, desprezado, eu te chamei
Não há razão pra você sofrer
Se eu sempre estive aqui
Meu filho, levante-se
Seu lugar não é no chão
Eu venho pra te restaurar
O que ainda deixaste no esquecimento
Meu filho, levante-se
Seu lugar não é no chão
Eu venho pra te restaurar
O que ainda deixaste no esquecimento
Tenho os pedaços da sua vida
Minha promessa já foi cumprida
Quero que saiba que das suas feridas
Eu faço beleza das cinzas
Sacuda a poeira e levante-se daí
O vil, desprezado, eu te chamei
Não há razão pra você sofrer
Se eu sempre estive aqui
Meu filho, levante-se
Seu lugar não é no chão
Eu venho pra te restaurar
O que ainda deixaste no esquecimento
Tenho os pedaços da sua vida
Minha promessa já foi cumprida
Quero que saiba que das suas feridas
Eu faço beleza das cinzas