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Beleza das Cinzas

Josean Osorio

Belleza de Las Cenizas

Cuando en el suelo me encontré
Con lágrimas en mis manos que derramé
Viviendo en miseria y escasez
Gritando por auxilio sálvame

Sin agua pa saciar esta sequía
Estoy en luto no hay alegría
Ven y líbrame de esta agonía
Escuche tu voz que me decía

Hijo mío levántate
Tu lugar no es en el suelo
Yo vengo a restaurarte
Lo que aún dejaste en el olvido

Tengo los pedazos de tu vida
Ya mi promesa fue cumplida
Yo quiero que sepa que de tus heridas
Yo hago belleza de las cenizas

Cuando en el suelo me encontré
Con lágrimas en mis manos que derramé
Viviendo en miseria y escasez
Gritando por auxilio sálvame

Ven toma esta alma tan sufrida
Tu el alfarero y yo la vasija
Transforma este barro sé mi guía
Escuche tu voz que me decía

Hijo mío levántate
Tu lugar no es en el suelo
Yo vengo a restaurarte
Lo que aún dejaste en el olvido

Tengo los pedazos de tu vida
Ya mi promesa fue cumplida
Yo quiero que sepa que de tus heridas
Yo hago belleza de las cenizas

Sacúdete del polvo y párate de ahí
Lo vil, menospreciado yo te llamado
Es que no hay razón para tu sufrir
Si siempre estuve aquí

Hijo mío levántate
Tu lugar no es en el suelo
Yo vengo a restaurarte
Lo que aún dejaste en el olvido

Hijo mío levántate
Tu lugar no es en el suelo
Yo vengo a restaurarte
Lo que aún dejaste en el olvido

Tengo los pedazos de tu vida
Ya mi promesa fue cumplida
Yo quiero que sepa que de tus heridas
Yo hago belleza de las cenizas

Sacúdete del polvo y párate de ahí
Lo vil, menospreciado yo te llamado
Es que no hay razón para tu sufrir
Si siempre estuve aquí

Hijo mío levántate
Tu lugar no es en el suelo
Yo vengo a restaurarte
Lo que aún dejaste en el olvido

Tengo los pedazos de tu vida
Ya mi promesa fue cumplida
Yo quiero que sepa que de tus heridas
Yo hago belleza de las cenizas

Beleza das Cinzas

Quando me encontrei no chão
Com lágrimas nas mãos que derramei
Vivendo em miséria e escassez
Gritando por socorro, me salva

Sem água pra saciar essa seca
Estou de luto, não há alegria
Vem e me livra dessa agonia
Escutei sua voz que me dizia

Meu filho, levante-se
Seu lugar não é no chão
Eu venho pra te restaurar
O que ainda deixaste no esquecimento

Tenho os pedaços da sua vida
Minha promessa já foi cumprida
Quero que saiba que das suas feridas
Eu faço beleza das cinzas

Quando me encontrei no chão
Com lágrimas nas mãos que derramei
Vivendo em miséria e escassez
Gritando por socorro, me salva

Vem, toma esta alma tão sofrida
Tu és o oleiro e eu sou a jarra
Transforma esse barro, seja meu guia
Escutei sua voz que me dizia

Meu filho, levante-se
Seu lugar não é no chão
Eu venho pra te restaurar
O que ainda deixaste no esquecimento

Tenho os pedaços da sua vida
Minha promessa já foi cumprida
Quero que saiba que das suas feridas
Eu faço beleza das cinzas

Sacuda a poeira e levante-se daí
O vil, desprezado, eu te chamei
Não há razão pra você sofrer
Se eu sempre estive aqui

Meu filho, levante-se
Seu lugar não é no chão
Eu venho pra te restaurar
O que ainda deixaste no esquecimento

Meu filho, levante-se
Seu lugar não é no chão
Eu venho pra te restaurar
O que ainda deixaste no esquecimento

Tenho os pedaços da sua vida
Minha promessa já foi cumprida
Quero que saiba que das suas feridas
Eu faço beleza das cinzas

Sacuda a poeira e levante-se daí
O vil, desprezado, eu te chamei
Não há razão pra você sofrer
Se eu sempre estive aqui

Meu filho, levante-se
Seu lugar não é no chão
Eu venho pra te restaurar
O que ainda deixaste no esquecimento

Tenho os pedaços da sua vida
Minha promessa já foi cumprida
Quero que saiba que das suas feridas
Eu faço beleza das cinzas

Composição: Josean Osorio