Hobos Lullaby
Let me tell you about a man I know
who lives down on the rails
Let me tell you about a way of life
when the city ends and the road begins.
When it wasn't so hard to make your way
before taxman comes and take all your pay
then one day you just get sick of it all
and walk down the tracks and drift away
Verse 1:
On a fine sunday morning, see an old man yawning,
the hobo woke up underneath the grocery store's awning
I give food to the this dude and pay attention when he mentions/
that the city's gone all shitty its idiocy is insidious
the epitome of pity in the soundbites
and brown lights of a cityscape that's oh so pretty
Sitting on stoops he spits out truths
his old ways worked going old school always.
plus it didn't hurt the lord lurked in his hallways
used to hear him shouting to god he'd call all day.
He never heard back ()but he kept on trying.()
Until one day he stopped and noticed he was crying.
Breakdown:
His face is old and his teeth are gone
his pace is slow but he shuffles on
he mumbles in tongues and speaks with a slur
I swear if you see him you address him "yes sir!"/
people talk and stare as they walk by and glare but they knew they couln't do what he did could do they wouldn't dare
the real deal hobo hasn't settled or stopped,
been going strong for so long and yet still haven't dropped.
Don't drive a car and he doesn't get emails
he smells like an ogre and repels most females.
cursing out customers outside the store
scaring the children while working the door
And noone calls on his birthday to wish him well
sometimes the lonely gets him he misses someone who listens well
he hasn't had a friend in who knows how long
and it seems he's always singing the same damn song
Chorus:
Day old donuts and cans of beans
dumpster chicken and river greens.
hopping on trains with lysol for wine
just another trip to the end of the line.
Verse 2:
one day I went looking for a man I'd often heard about
about the only thing I knew about this man was that he'd been sighted
by the nieghbors lighting fires in their trash cans
he used to smell the drying linen by the window spying looking
trynna to see into their lives and how they lived behind the glass
most of all he dreamed of ways to try to free them from the vast
empty space in which they raced around and paced holes in the hallways
absorbed by their walls and embraced by their wasteland
Verse 2
as he lay in the shade by the tracks where he stayed
in the shacks that were made by these quacks who obeyed
no code the open road would give him guidance, they'd focus
through blindness flash potion flask under overcoat liners.
emotions run high when it comes to relations
when all you really need is patience.
night watch not on they must've caught the dose or quota
the coast was clear he steers the tracks like a hobo's suppose ta
a man like this is more than just a name on freights,
he's lived his life in crates and spent late nights in fields
and forced great laughs/ despite always having to run real
hobos don't slow down or pass on a hoedown/
How down? So down? Hit the road then the soda
had a bud in Minnesota hop a freight to dakota
some hobos go crazy get a little liquor in em
get to thinking they've been victim too long to shake the feeling
it's a dying breed, a violent seed it needs a constant sponsor,
the road is much colder when not holding some golden/ liquid glowing/ sipping wino/ hi rolling/ dumpster dinner listerine/ fine candlelight dining
Dribble and Crumb, North American Bum.
what you use to stir coffee with? spoon or a thumb
Dribble and Crumb, North American Bum.
what you use to stir coffee with? spoon or a thumb
hey where you going what's the rush why the hurry,
maybe one day he'll forget the pain,
pack it all in and catch the westbound train.
but for now he's just hanging for who knows how long
just riding the rails singing the same damn song
Chorus:
Day old donuts and cans of beans
dumpster chicken and river greens.
hopping trains with lysol for wine
just another drink to the end of the line.
Going for broke I'm homefree
I roam from home to home but where I'm at in his home to me.
catch the westbound train - curtain call
hobo convention - butte montana king of the hobos
highballer - trains you can ride on (express to cities)
A Canção de Ninar do Vagabundo
Deixa eu te contar sobre um cara que eu conheço
que vive nas trilhas do trem
Deixa eu te contar sobre um jeito de viver
quando a cidade acaba e a estrada começa.
Quando não era tão difícil encontrar seu caminho
antes do cobrador chegar e levar todo seu dinheiro
então um dia você simplesmente se cansa de tudo isso
e anda pelos trilhos e se deixa levar.
Verso 1:
Numa bela manhã de domingo, vejo um velho bocejando,
o vagabundo acordou debaixo da marquise do mercado.
Eu dou comida pra esse cara e presto atenção quando ele menciona/
que a cidade ficou uma merda, sua idiotice é insidiosa.
O epítome da pena nos trechos de notícias
e nas luzes marrons de uma paisagem urbana que é tão bonita.
Sentado nos degraus, ele solta verdades
seus velhos métodos funcionavam, sempre no estilo antigo.
Além disso, não doía, o Senhor espreitava em seus corredores.
Costumava ouvi-lo gritar pra Deus, chamando o dia todo.
Ele nunca teve resposta ()mas continuou tentando.()
Até que um dia ele parou e percebeu que estava chorando.
Refrão:
Seu rosto é velho e seus dentes se foram
seu passo é lento, mas ele continua a andar.
Ele murmura em línguas e fala com dificuldade
Eu juro, se você vê-lo, você o chama de "sim, senhor!"/
As pessoas falam e olham enquanto passam e encaram, mas sabiam que não podiam fazer o que ele faz, não teriam coragem.
O verdadeiro vagabundo não se estabeleceu nem parou,
está firme há tanto tempo e ainda não caiu.
Não dirige carro e não recebe e-mails
ele cheira a ogro e repele a maioria das mulheres.
Xingando os clientes do lado de fora da loja
assustando as crianças enquanto trabalha na porta.
E ninguém liga no seu aniversário pra desejar felicidades
às vezes a solidão o pega, ele sente falta de alguém que escute bem.
Ele não tem um amigo há quanto tempo, quem sabe?
e parece que está sempre cantando a mesma maldita canção.
Refrão:
Donuts velhos e latas de feijão
frango do lixo e verduras do rio.
Pulando em trens com desinfetante como vinho
só mais uma viagem até o fim da linha.
Verso 2:
um dia eu fui procurar um homem de quem sempre ouvi falar
sobre a única coisa que eu sabia desse homem era que ele tinha sido visto
pelos vizinhos acendendo fogueiras em suas lixeiras.
Ele costumava cheirar o lençol secando pela janela, espiando,
tentando ver suas vidas e como viviam atrás do vidro.
Acima de tudo, ele sonhava em encontrar maneiras de libertá-los do vasto
espaço vazio em que eles corriam e andavam, fazendo buracos nos corredores,
absorvidos por suas paredes e abraçados por seu deserto.
Verso 2
Enquanto ele estava deitado à sombra perto dos trilhos onde ficou
nas cabanas feitas por esses malucos que obedeciam
sem código, a estrada aberta lhe daria orientação, eles se concentrariam
através da cegueira, frascos de poção sob os forros do casaco.
As emoções ficam intensas quando se trata de relações
quando tudo que você realmente precisa é paciência.
A vigília noturna não estava em ação, eles devem ter pegado a dose ou a cota
a costa estava livre, ele guia os trilhos como um vagabundo deve fazer.
Um homem assim é mais do que apenas um nome nos vagões,
ele viveu sua vida em caixas e passou noites em campos
forçando grandes risadas/ apesar de sempre ter que correr de verdade.
vagabundos não desaceleram ou perdem uma festa./
Quão fundo? Tão fundo? Pegue a estrada e a soda
teve uma breja em Minnesota, pulou em um trem pra Dakota.
Alguns vagabundos ficam loucos, tomam um pouco de bebida
começam a pensar que foram vítimas tempo demais pra se livrar do sentimento.
É uma raça em extinção, uma semente violenta que precisa de um patrocinador constante,
a estrada é muito mais fria quando não se segura um pouco de líquido dourado/ brilhante/ vinho de beira de estrada/ jantares de lixo com Listerine/ jantares à luz de velas finas.
Gotejamento e Migalha, Vagabundo Norte-Americano.
O que você usa pra mexer café? colher ou dedo?
Gotejamento e Migalha, Vagabundo Norte-Americano.
O que você usa pra mexer café? colher ou dedo?
Ei, pra onde você vai, qual é a pressa, por que a correria,
talvez um dia ele esqueça a dor,
empacote tudo e pegue o trem pra oeste.
Mas por enquanto ele só está esperando, quem sabe por quanto tempo,
só andando pelos trilhos, cantando a mesma maldita canção.
Refrão:
Donuts velhos e latas de feijão
frango do lixo e verduras do rio.
Pulando em trens com desinfetante como vinho
só mais uma bebida até o fim da linha.
Indo pra quebrar, estou livre em casa
Eu vagabundeio de casa em casa, mas onde estou é em casa pra mim.
Pegue o trem pra oeste - chamada do pano
convenção de vagabundos - Butte, Montana, rei dos vagabundos
highballer - trens que você pode pegar (expresso para as cidades)