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Nomeio Quem Me Dói

Josue Rarujo

Nombro a Quien Me Duele

Me debo a ti
Por ser así
Es ejemplar, amor
Tu rol, tus hechos
Más que veinte mil calís

Marina, te elegí
Y no me confundí
No di palos de ciego
Porque muy claro lo vi

13 años mía
Siendo mi vida
Y mientras viva
Será así

Tráeme
Esa botella de vino
Tráeme
Y a mí, Marina, y mis niños nombraré
Yo en mis borracheras nombro a quien me duele
Solo a quien me quiere

Dejaré
La puerta, la calle abierta
Para aquel
Que quiera comer conmigo y beber
Yo en mis borracheras nombro a quien me duele
Solo a quien me quiere

Igual les da
Tener que no
Con mucho o poco
El blanco y la marina ellos
Siempre son los mismos
Las manos vacías de dar

El blanquito es tal cual
No esconde na
Su azahara, su Juan y su José
Su talón de Aquiles si son sus tres niños
Su punto de debilidad

Se muera el papa
Que tú en mi casa
La embustería
No verás

Tráeme
Esa botella de vino
Tráeme
Y a mí, Marina, y mis niños nombraré
Yo en mis borracheras nombro a quien me duele
Solo a quien me quiere

Dejaré
La puerta, la calle abierta
Para aquel
Que quiera comer conmigo y beber
Yo en mis borracheras nombro a quien me duele
Solo a quien me quiere

Nomeio Quem Me Dói

Eu me devo a você
Por ser assim
É exemplar, amor
Seu papel, suas ações
Mais que vinte mil calis

Marina, eu te escolhi
E não me confundi
Não fui às cegas
Porque vi muito claro

13 anos minha
Sendo minha vida
E enquanto eu viver
Vai ser assim

Me traz
Aquela garrafa de vinho
Me traz
E a mim, Marina, e meus filhos eu nomearei
Eu, nas minhas bebedeiras, nomeio quem me dói
Só quem me ama

Deixarei
A porta, a rua abertas
Para aquele
Que quiser comer comigo e beber
Eu, nas minhas bebedeiras, nomeio quem me dói
Só quem me ama

Tanto faz
Ter ou não
Com muito ou pouco
O branco e a marina eles
Sempre são os mesmos
As mãos vazias de dar

O branquelo é assim mesmo
Não esconde nada
Seu azahar, seu Juan e seu José
Seu calcanhar de Aquiles são seus três filhos
Seu ponto fraco

Que o papai morra
Que você na minha casa
A mentira
Não verá

Me traz
Aquela garrafa de vinho
Me traz
E a mim, Marina, e meus filhos eu nomearei
Eu, nas minhas bebedeiras, nomeio quem me dói
Só quem me ama

Deixarei
A porta, a rua abertas
Para aquele
Que quiser comer comigo e beber
Eu, nas minhas bebedeiras, nomeio quem me dói
Só quem me ama