The White Songbook
From earliest books comes belated ink
Of feather green toads paired in potent pink
And barley bears from distinguished heirs
Make nests for us in bavarian lairs
To each comes ends lone messengers send
Telegrams to aging lambs
While singular troops' countenance droops
Over infamous hillsides
We have come to be known as the deprived
A lone boy cries from bleak hillsides
A decade made by our dim age
The tools have been lost for hearing
Who will endure for the endearing
Snowy slopes loom large upon northern poles
Weariness instructs alll the hearts of the bold
Heads hang low down leaf strewn roads
From here, where are we to go...
O Livro Branco das Canções
Dos livros mais antigos vem a tinta tardia
De sapos verdes de penas emparelhados em rosa potente
E ursos de cevada de herdeiros distintos
Fazem ninhos pra nós em tocas da Baviera
Para cada um, chegam fins que mensageiros solitários enviam
Telegramas para cordeiros envelhecendo
Enquanto o semblante de tropas singulares murcha
Sobre colinas infames
Viemos a ser conhecidos como os desprivilegiados
Um garoto solitário chora de colinas sombrias
Uma década feita pela nossa idade apagada
As ferramentas foram perdidas para ouvir
Quem irá suportar pelo que é cativante
Encostas nevadas se erguem grandes nos polos do norte
O cansaço instrui todos os corações dos audazes
Cabeças pendem baixas em estradas cobertas de folhas
Daqui, para onde devemos ir...
Composição: Ronnie Martin