Farewell, Suburbs
Mañanita arrabalera
Sin taitas por las veredas
Ni minas en el balcón
Tus faroles apagados
Y los machos retobados
En tu viejo callejón
Yo te canto envenenao
Engrupido y amargao
Hoy me separo de vos
Adiós arrabal porteño
Yo fui tu esclavo y tu dueño
Y te doy mi último adiós.
Madrecita yo fui un reo
Y en tus brazos hoy me veo
Lleno de felicidad
Dime mi buena viejita
Dónde esta mi noviecita
Que no la puedo olvidar
Hoy ya vuelvo arrepentido
Hecho más hombre y más bueno
A la vida del hogar
Perdoname que tu hijo
Tiene un pensamiento fijo
Y nadie lo hará cambiar
Recitado
El baile "Rodríguez Peña"
El Mocho y el Cachafaz
De la milonga porteña
Que nunca más volverá
Carnavales de mi vida
Broncas, tiros y al final
Los "spiantes" de las minas
En aquel viejo arrabal
Adeus, Subúrbios
Madrugada de subúrbio
Sem pais nas calçadas
Nem garotas na varanda
Teus lampiões apagados
E os caras se exaltando
Na tua velha viela
Eu te canto envenenado
Enganado e amargurado
Hoje me separo de você
Adeus, subúrbio portenho
Fui teu escravo e teu dono
E te dou meu último adeus.
Mãezinha, eu fui um preso
E em teus braços hoje me vejo
Cheio de felicidade
Diz pra mim, minha velhinha
Onde está minha namoradinha
Que não consigo esquecer
Hoje volto arrependido
Mais homem e mais bonzinho
Pra vida do lar
Perdoa, meu filho
Tem um pensamento fixo
E ninguém vai me fazer mudar.
Recitado
A dança "Rodríguez Peña"
O Mocho e o Cachafaz
Da milonga portenha
Que nunca mais voltará
Carnavais da minha vida
Brigas, tiros e no final
Os "spiantes" das garotas
Naquele velho subúrbio.