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El Caporal y El Espanto

Juan Harvey Caicedo

Letra

Significado

El Caporal e El Espanto

El Caporal y El Espanto

Que era uma noite sem lua, invernos do mês de maioQue fue una noche sin luna, inviernos del mes de mayo
Havia uma brisa assustadora, do tipo que congela a planícieCorría una brisa de espanto, de esas que hielan al llano
Foi ouvido em murmúrios, gemidos e um longo gritoSe escuchaba en los murmullos, quejidos, y un llanto largo
Ele carregava nas mãos a alma de um condenadoVenía trayendo en las manos el ánima de un condenado
Foi o relâmpago escuro, seu companheiro e aliadoEra el tenebroso rayo, su compañero y aliado
Até os touros assobiavam de medo e intimidavamHasta los toros pitaban de temor y acobardados
E o atalho foi perdido na montanha mais próximaY el atajo se perdía en el monte mas cercano
E o jacaré da nipa se refugiou em uma poçaY el caimán negro del nipa se refugiaba en un charco
"Câmera e você viu o macho?", Eu sei, e não duvidei"Camara y usted vió el macho?", yo lo se, y no lo he dudao
Por que os homens são homens, a história mostraPor que los hombres son hombres la historia lo ha demostrado
Eles enfrentam o mundo cruel ou se matam com um tiroSe enfrentan al mundo cruel, o se matan a balazos
Mas lutando com os mortos, isso só foi visto na minha planíciePero pelear con los muertos, solo se ha visto en mi llano
A história que eu te conto, muitos já ouviramEl cuento que les relato ya muchos lo han escuchado
E eles adoram o ranger que desafiou o malditoY veneran al llanero que desafió al condenado
Em uma noite de inverno sem lua em maio,En una noche sin luna invierno del mes de mayo,
Sem mais armas do que a coragem e honra de ser cristãoSin mas armas que el valor y el honor de ser cristiano
Poucos contornos chegaram ao rebanhoLlaneros de los contornos pocos llegaban al hato
Onde a lenda do caporal e do horror vive hoje.Donde habita hoy la leyenda del caporal y el espanto.
Embora muitos tenham ficado para provar o que foi ditoAunque muchos se quedaron para probar lo contado
Nenhum deles suportou a noite e montou seus cavalosNinguno aguanto la noche y montaban sus caballos
Diga aqueles que viveram aqueles tempos passadosDicen los que vivieron aquellos tiempos pasados
Que em tempos de trabalho os rebanhos ficavam assustadosQue en épocas de trabajo se espantaban los rebaños
E um homem negro alto apareceu na planícieY aparecía en la llanura un hombre negro y bien alto
Soltando uma risada que intimidou o mais bonitoSoltando una risotada que acobardaba al mas guapo
Don Marcelino me disse que uma noite de verãoMe cuenta Don Marcelino, que una noche de verano
Ele estava caminhando na savana e ouviu que eles estavam cantandoSe paseaba en la Sabana y oyó que estaban cantando
Quando ele alcançou um morichal ele viu o medo galoparAl llegar a un morichal vio galopar al espanto
Aquela vela vomitando estava se afastando pela planícieQue vomitando candela se alejaba por el llano
O catire José Amalio, sua paciência estava se esgotandoEl catire José Amalio, su paciencia iba agotando
Homem de grande coragem nunca teve medoHombre de recio valor nunca lo habían asustado
Os peões não o pararam mesmo que fossem bem pagosNo le paraban los peones aunque fueran bien pagados
E ninguém se atreveu a limpar os atalhosY ninguno se atrevía a sabanear los atajos
"Maldito piaso e morto que chamam de condenado"Maldito ese piaso e muerto al que llaman condenao
Vou procurá-lo, só vou atirar neleMe voy a buscarlo solo le voy a pegá un balazo
Essa porra tá pensando que já fui um pau espueliaoEse jodio tá creyendo que he sido gallo espueliao
Mas comigo, ei, vou mandá-lo para o inferno "Pero conmigo se juñe lo voy a manda al carajo"
E bem resolvido estava o homem em seu cavalo castanhoY bien resuelto iba el hombre en su caballo castaño
Ele carregava em seu coldre, o sinal da cruz do cristãoLlevaba en su cartuchera, la cruz señal del cristiano
No topo do chapéu, a virgem padroeira da planícieEn la copa de su sombrero la virgen patrona del llano
E em seus lábios como copiador de Florentino e do demônioY en sus labios de coplero a Florentino y el diablo
"O susto da planície que vacila o mais bonito""Espanto de la llanura que acobardas al más guapo"
Essas foram suas palavras, quando ele alcançou aquele queimadoEsas fueron sus palabras, al llegar a aquel quemado
“Venho te procurar lutar, como queres condenar"Vengo a buscarte pelea, como quieras condenao
Eu sou um tigre que nunca foi encurralado na savana "Soy tigre que en la Sabana nunca lo han acorralao"
Seria meio-dia, a planície estava com medoSerían en punto las doce, el llano estaba asustado
O céu com sua escuridão estava nubladoEl cielo con su negrura se mostraba encapotado
O relincho de uma besta anunciado ao recém-chegadoEl relincho de una bestia, anunció al recién llegado
Enquanto uma risada quebrou o silêncio da planícieMientras que una risotada rompía el silencio del llano
O céu tremeu e o trovão encheu o espaçoEl cielo se estremeció un trueno lleno el espacio
E uma tempestade violenta com relâmpagos e raiosY una tempestad furiosa con relámpagos y rayos
Ele vomitou fogo incandescente protegendo os condenadosVomitó fuego candente cobijando al condenado
Porque lá na noite escura um homem o desafiouPor que allá, en la oscura noche un hombre lo ha desafiado
“O que você quer de mim?” Perguntou aquele susto"¿Qué es lo que quieres de mi?", le preguntó aquel espanto
“Se queres lutar comigo, alista o José Amalio"Si quieres pelear conmigo alistate José Amalio
Por que vou mostrar a você que para mim não há humanoPor que voy a demostrarte que para mi no hay humano
Que ele se atreva a me desafiar nesta sua imensa planície "Que se atreva a desafiarme en este, tu inmenso llano"
"Hahaha, sossega, cuñao", respondeu José Amalio"Jajaja, acomódese cuñao", le contestó José Amalio
"Eu não tenho medo de sombras ou luzes, eu me encolho"A mi no me asustan sombras ni con luces me acobardo
Sou como o florentino que bate no diaboYo soy como Florentino que le dió paliza al diablo
Trago a Virgen del Carmen, presa ao meu escapulário "Traigo a la Virgen del Carmen, prendida a mi escapulario"
Tiros foram ouvidos, quatro tiros foram ouvidosSe escucharon unos tiros, se oyeron cuatro balazos
Quatro cruzes que apagam o fogo dos condenadosCuatro cruces que apagaron el fuego del condenado
E dois cavaleiros furiosos que se lançaram sobre o outroY dos jinetes con furia que entre si se abalanzaron
Defendendo os direitos de comando na planícieDefendiendo los derechos de comandar en el llano
A tempestade passou, houve um silêncio sagradoSe acabo la tempestad hubo un silencio sagrado
O amanhecer começou, o canto dos galos foi ouvidoComenzó la madrugada, se oyó el cantar de los gallos
E uma brisa dissolveu o cheiro de enxofre queimandoY una brisa disolvía el olor a azufre quemado
Enquanto estava lá, insensato estava José AmalioMientras que allá, sin sentido se encontraba Jose Amalio
A planície o acordou com um concerto mal-assombradoEl llano lo despertó, con un concierto embrujado
E o orvalho da manhã acariciou seus lábiosY el rocío de la mañana sus labios acariciaba
A alma dos condenados nunca voltariaYa no volvería jamás el alma del condenado
A bravura de um ranger derrotou o malLa valentía de un llanero al mal había derrotado


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