El Mal Consejo
Bajo su gorra
No tiene rostro
El ruso Cativa
Limpia los trapos
Pa'l' que arrodilla
A su familia
Por desacato
Perdió su origen
Y es policía
Fácil lo frágil
Si se desploma
En jóvenes días
Trayendo cargas
Para la transa
Dio la noticia
Lleno la cuadra
De azules sombras
Que lo acobijan
Y los vecinos
Del Noble Salto
Lo resistían
Convide arte
No ese desastre
Que lleva encima
Un mal consejo para su amante
Reina de espinas
Pero derrumba la murga
Que está plena
¡Derrúmbala!
Y hacer posible si canta el miedo
Ese concurso del aburrimiento
Pero derrumba a la murga
Que está buena
¡Derrúmbala!
Con tu estandarte de rifles sordos
A la mascota en su baile corto
Como es costumbre
Tapó su espejo
Y rompió las filas
Trazó su rabia
Con los murgueros
De nuestra esquina
Y los platillos
Enmudecieron
Nadie sabía
Los perdigones
De sus temores
Buscaban vidas
El mal consejo que dio su amante
Reina de espinas
Ey, Cativa; ya nadie va a hacer lo que digas
Fina línea de tus crías, del gatillo la crecida
Ey, Cativa; ya nadie va a hacer lo que digas
Es tu herida lo que abriga la desidia que se arrima
Ey, Cativa; ya nadie va a hacer lo que digas
Sos quien tira porquería. A ese juego; ¿Quién te obliga?
Ey, Cativa; ya nadie va a hacer lo que digas
Todavía vas arriba pero ahí viene tu caída
Ey, Cativa. Ey, Cativa. Ey, Cativa
El mensaje de tu paso un silencio
Que en el barrio lo barrieron tus muertos
Ey, Cativa. Ey, Cativa. Ey, Cativa
Perro atado; mala vibra, mala vibra
O Mau Conselho
Sob seu boné
Não tem rosto
O russo Cativa
Limpa os panos
Para quem se ajoelha
Diante de sua família
Por desacato
Perdeu sua origem
E é polícia
Fácil o frágil
Se desmorona
Em dias jovens
Trabalhando
Para o negócio sujo
Deu a notícia
Encheu a quadra
De sombras azuis
Que o protegem
E os vizinhos
Do Noble Salto
O resistiam
Convide arte
Não esse desastre
Que carrega consigo
Um mau conselho para sua amante
Rainha de espinhos
Mas derruba a murga
Que está cheia
Derrube-a!
E torna possível se cantar o medo
Nesse concurso do tédio
Mas derruba a murga
Que está boa
Derrube-a!
Com sua bandeira de rifles silenciosos
Para a mascote em seu baile curto
Como é costume
Cobriu seu espelho
E quebrou as fileiras
Traçou sua raiva
Com os murgueros
De nossa esquina
E os pratos
Se calaram
Ninguém sabia
Os perdigões
De seus medos
Procuravam vidas
O mau conselho que deu a sua amante
Rainha de espinhos
Ei, Cativa; ninguém mais vai fazer o que você diz
Fina linha de suas crias, da subida do gatilho
Ei, Cativa; ninguém mais vai fazer o que você diz
É sua ferida que abriga a apatia que se aproxima
Ei, Cativa; ninguém mais vai fazer o que você diz
Você é quem joga sujeira. A esse jogo; Quem te obriga?
Ei, Cativa; ninguém mais vai fazer o que você diz
Ainda está no topo, mas a queda está chegando
Ei, Cativa. Ei, Cativa. Ei, Cativa
A mensagem de sua passagem um silêncio
Que no bairro foi varrido por seus mortos
Ei, Cativa. Ei, Cativa. Ei, Cativa
Cão amarrado; má vibração, má vibração