va rara
Alguna vez las formas del espacio
Me sugirieron planos y dibujos
Esa historia que conté
Me la robé de un libro de embrujos
Y en el árbol esa estrella, ¡qué belleza! ¡Qué belleza!
Son ojos de gato, que una vez me vieron con ella
Y como siempre me asusté
Cuando perdí a mi hermana en el camino
Y critiqué a los que escriben bien
Porque yo escribo versos anodinos
Rara va, rara va
Rara va, rara va
Rara va
Te abandoné esa noche que dormías
Busqué mi nombre en el abecedario
No encontré ni la inicial
Quizás esté en algún escapulario
Y en el árbol las doncellas, ¡qué destreza! ¡Qué destreza!
Ganas de comerlas, las pondré con flores en la mesa
Rara va, rara va
Rara va, rara va
Rara va, rara va
Rara va, rara va
Rara vai
Alguma vez as formas do espaço
Me sugeriram planos e desenhos
Essa história que contei
Eu a roubei de um livro de feitiços
E na árvore aquela estrela, que beleza! Que beleza!
São olhos de gato, que uma vez me viram com ela
E como sempre eu me assustei
Quando perdi minha irmã no caminho
E critiquei os que escrevem bem
Porque eu escrevo versos sem graça
Rara vai, rara vai
Rara vai, rara vai
Rara vai
Te abandonei naquela noite que você dormia
Busquei meu nome no alfabeto
Não encontrei nem a inicial
Talvez esteja em algum escapulário
E na árvore as donzelas, que destreza! Que destreza!
Vontade de comê-las, vou pôr com flores na mesa
Rara vai, rara vai
Rara vai, rara vai
Rara vai, rara vai
Rara vai, rara vai