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La Canción Desesperada

Juanes

Letra

Significado

A Canção Desesperada

La Canción Desesperada

Emerge sua lembrança da noite em que estouEmerge tu recuerdo de la noche en que estoy
O rio amarra ao mar seu lamento insistenteEl río anuda al mar su lamento obstinado
Abandonado como os cais ao amanhecerAbandonado como los muelles en el alba
É hora de partir, oh abandonadoEs la hora de partir, oh abandonado

Sobre meu coração chovem frias floresSobre mi corazón llueven frías corolas
Oh porão de destroços, feroz caverna de náufragosOh sentina de escombros, feroz cueva de náufragos
Em ti se acumularam as guerras e os voosEn ti se acumularon las guerras y los vuelos
De ti levantaram as asas os pássaros do cantoDe ti alzaron las alas los pájaros del canto

Tudo você engoliu, como a distância.Todo te lo tragaste, como la lejanía.
Como o mar, como o tempo. Tudo em ti foi naufrágioComo el mar, como el tiempo. Todo en ti fue naufragio
Era a hora alegre do ataque e do beijoEra la alegre hora del asalto y el beso
A hora do espanto que ardia como um farolLa hora del estupor que ardía como un faro

Ansiedade de piloto, fúria de mergulhador cegoAnsiedad de piloto, furia de buzo ciego
embriaguez turva de amor, tudo em ti foi naufrágioturbia embriaguez de amor, todo en ti fue naufragio

Na infância de névoa minha alma alada e feridaEn la infancia de niebla mi alma alada y herida
Descobridor perdido, tudo em ti foi naufrágioDescubridor perdido, todo en ti fue naufragio

Você se agarrou à dor, se prendeu ao desejoTe ceñiste al dolor, te agarraste al deseo
A tristeza te derrubou, tudo em ti foi naufrágioTe tumbó la tristeza, todo en ti fue naufragio

Fiz retroceder a muralha de sombraHice retroceder la muralla de sombra
andei além do desejo e da açãoanduve más allá del deseo y del acto

Oh carne, carne minha, mulher que amei e perdiOh carne, carne mía, mujer que amé y perdí
a ti nesta hora úmida, evoco e faço cantoa ti en esta hora húmeda, evoco y hago canto

Como um copo, você abrigou a infinita ternuraComo un vaso albergaste la infinita ternura
e o infinito esquecimento te quebrou como a um copoy el infinito olvido te trizó como a un vaso

Era a negra, negra solidão das ilhasEra la negra, negra soledad de las islas
e ali, mulher de amor, me acolheram seus braçosy allí, mujer de amor, me acogieron tus brazos

Era a sede e a fome, e você foi a frutaEra la sed y el hambre, y tú fuiste la fruta
Era o luto e as ruínas, e você foi o milagreEra el duelo y las ruinas, y tú fuiste el milagro

Ah mulher, não sei como você conseguiu me conterAh mujer, no sé cómo pudiste contenerme
na terra da sua alma, e na cruz dos seus braços!en la tierra de tu alma, y en la cruz de tus brazos!

Meu desejo por você foi o mais terrível e curtoMi deseo de ti fue el más terrible y corto
o mais confuso e bêbado, o mais tenso e ávidoel más revuelto y ebrio, el más tirante y ávido

Cemitério de beijos, ainda há fogo em suas tumbasCementerio de besos, aún hay fuego en tus tumbas
ainda os cachos ardem picoteados por pássarosaún los racimos arden picoteados de pájaros
Oh a boca mordida, oh os membros beijadosOh la boca mordida, oh los besados miembros
ooh os dentes famintos, oh os corpos entrelaçadosoh los hambrientos dientes, oh los cuerpos trenzados
Oh a cópula louca de esperança e esforçoOh la cópula loca de esperanza y esfuerzo
em que nos atamos e nos desesperamosen que nos anudamos y nos desesperamos
E a ternura, leve como a água e a farinhaY la ternura, leve como el agua y la harina
E a palavra apenas começada nos lábiosY la palabra apenas comenzada en los labios
Esse foi meu destino e nele viajou meu anseioEse fue mi destino y en él viajó mi anhelo
e nele caiu meu anseio, tudo em ti foi naufrágioy en el cayó mi anhelo, todo en ti fue naufragio
Oh porão de destroços, em ti tudo caíaOh sentina de escombros, en ti todo caía
que dor você não exprimiu, que ondas não te afogaramqué dolor no exprimiste, qué olas no te ahogaron
De tumbo em tumbo ainda flamejaste e cantasteDe tumbo en tumbo aún llameaste y cantaste
de pé como um marinheiro na proa de um barcode pie como un marino en la proa de un barco
Ainda floresceu em cantos, ainda rompeu em correntesAún floreciste en cantos, aún rompiste en corrientes
Oh porão de destroços, poço aberto e amargoOh sentina de escombros, pozo abierto y amargo
Pálido mergulhador cego, desventurado atiradorPálido buzo ciego, desventurado hondero
descobridor perdido, tudo em ti foi naufrágio!descubridor perdido, todo en ti fue naufragio!
É hora de partir, a dura e fria horaEs la hora de partir, la dura y fría hora
que a noite sujeita a todo horárioque la noche sujeta a todo horario
O cinto barulhento do mar aperta a costaEl cinturón ruidoso del mar ciñe la costa
Surgem frias estrelas, emigram pássaros negrosSurgen frías estrellas, emigran negros pájaros
Abandonado como os cais ao amanhecerAbandonado como los muelles en el alba
Só a sombra trêmula se retorce em minhas mãosSólo la sombra trémula se retuerce en mis manos

Ah além de tudo. Ah além de tudoAh más allá de todo. Ah más allá de todo
É hora de partir. Oh abandonado (2x)Es la hora de partir. Oh abandonado (2x)


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