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No Embalo do Basto

Juliano Moreno

Letra

    É a vida que pede cancha
    Sovando cordas e arreios
    É a saudade que se amansa
    Lambendo sal no rodeio.

    É o sonho que me amadrinha
    Mascando o bocal do freio
    É a tristeza que se achega
    Me atorando pelo meio.

    Compadre, me alcança um mate
    Que eu venho buscando a volta
    Tenteio um gole de pura
    Sempre que a mágoa se solta
    E o tempo vem de a cavalo
    Gritando e pedindo porta.

    O mango, as nazarenas
    O poncho, o sombreiro e o laço
    Num tranco de campereada
    A lida marca o compasso
    E o tordilho me conhece
    Só pelos gestos que faço.

    Venho cruzando a querência
    As judiarias de arrasto
    E o caminhar esquisito
    Feito no embalo do basto.

    Composição: Erlon Pericles / Sabani Felipe de Souza / Zeca Alves. Essa informação está errada? Nos avise.

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