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Elisabeth

Júlio Ferraz

Letra

    As luzes distorceram no arco de papel que girava
    Ao sopro, nos gritos de Elisabeth
    Que ao cantar suas entranhas
    Ao esfaquear onze papéis
    Sangrou todo seu corpo
    Com palavras que diziam sua agonia

    Entre mentiras e dúvidas
    Escorregou no chão molhado de chuva do seu coração
    Que lhe empurrou para fora do navio
    Que encalhou no mais profundo tédio
    Na bronquite de falar

    Se jogou no meio da rua
    E se perdeu no atalho que pensou lhe ajudar
    Se escondeu no silêncio de suas perguntas sobre si

    Na madrugada mal dormida
    O copo que caiu da mão
    Nos sonhos com trovões
    Ela desistiu por acreditar em nada mais


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