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Prelúdio Para Um Encontra de Almas

Julio Saldanha

Letra

    Nesse quadro cotidiano onde consumo meus anos
    Querendo me redimir
    Com minha alma galponeira e um jeito de fronteira
    Que na cidade eu perdi
    Num complexo renitente que rouba a vida da gente
    Que ofusca o meu sentido
    Lembrei da felicidade da nossa grande amizade
    Parceiro vou até ai

    Me diz então meu parceiro como é que anda o pesqueiro
    E a vara do botador, como anda a gurizada e me fala da tua amada
    E da vida do interior
    Não repara o meu jeito eu vim buscar para o meu peito
    Empobrecido de amor um que de felicidade pra eu semear na cidade
    Um colorido de flor

    Eu vou chegar na vivenda lá no fundo da fazenda na beira do corredor
    Onde um trinar de alegria parece reverencia e a vida pega valor
    Não preciso bater palmas o encontro das nossas almas
    Anuncia quem chegou e a casa do João de Barro
    Despretensiosa no galho
    Me acolhe com seu calor

    Me diz então meu parceiro como é que anda o pesqueiro
    E a vara do boador como anda a gurizada e me fala da tua amada
    E da vida do interior
    Não repara o meu jeito eu vim buscar para o meu peito
    Empobrecido de amor um que de felicidade
    Pra eu semear na cidade
    Um colorido de flor

    Composição: Jairo Brandeler / João Carlos Loureiro / Julio Saldanha. Essa informação está errada? Nos avise.

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