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Na Pele da Cidade

Junão Miranda

Letra

    Na calada da noite, a cidade respira
    Com seus sonhos perdidos, e a esperança que gira
    O silêncio grita alto, entre prédios de pedra
    Histórias não contadas, que o tempo se enreda

    E enquanto as luzes piscam, desenhando o futuro
    Percebo que a vida é um fio tão duro

    Oh, a pele da cidade, como um manto de dor
    Escondendo as cicatrizes que o tempo não levou
    Cara, eu me pergunto, aonde você vai
    Nesse labirinto urbano, que nunca se desfaz?

    Os rostos na esquina, tão cheios de histórias
    Carregam os fardos, mas também as memórias
    A dança dos desesperados, no ritmo da rotina
    Sonhos vão embora, mas a luta é divina

    E as vozes se entrelaçam, como um eco profundo
    Procurando respostas nesse caos fecundo

    Oh, a pele da cidade, como um manto de dor
    Escondendo as cicatrizes que o tempo não levou
    Cara, eu me pergunto, aonde você vai
    Nesse labirinto urbano, que nunca se desfaz?

    E ao olhar pra frente, vejo luzes que piscam
    Uma faísca de vida, que em cada um se fixam
    Talvez a esperança seja um grão no deserto
    Um sopro de vida, um amor que é certo

    E entre as sombras e as luzes, seguimos a dançar
    Cada passo na vida é um jeito de amar

    Oh, a pele da cidade, como um manto de dor
    Escondendo as cicatrizes que o tempo não levou
    Cara, eu me pergunto, aonde você vai
    Nesse labirinto urbano, que nunca se desfaz?

    Então sigo em frente, com o peso do passado
    Mas com a fé de que a vida é um caminho sagrado


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