
O Que Não Tem Nome
Junão Miranda
Liberdade é pouco, não me prende mais
Quero a estrada sem rumo, sem medo, sem paz
Desejo o indizível, o que ninguém vê
É mais do que tudo que eu posso ter
E eu corro no escuro, não sei onde vai dar
Não quero um destino, só quero andar
Pois aqui dentro há um grito, que ainda não tem voz
É algo que explode, que cresce feroz
Liberdade é pouco, eu quero é o impossível
O que não tem nome, o inatingível
Eu busco o que o mundo não pode entender
É mais do que ter, é só ser, só ser
Eles dizem acalma, isso passa também
Mas viver é chama que nunca contém
Quero algo sem preço, um lugar pra existir
Onde eu possa enfim só sentir, só sentir
E nas noites mais frias, meu peito queima
Vontade louca, que não tem emblema
É sede de tudo que eu ainda não vi
É desejo por algo que nunca senti
Liberdade é pouco, eu quero é o impossível
O que não tem nome, o inatingível
Eu busco o que o mundo não pode entender
É mais do que ter, é só ser, só ser
Onde o vento sopra sem direção
Onde o Sol se põe sem explicação
É lá que eu vou, sem saber o porquê
Buscando o que ainda não sei dizer
Liberdade é pouco, eu quero é o impossível
O que não tem nome, o inatingível
Eu busco o que o mundo não pode entender
É mais do que ter, é só ser, só ser



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