395px

Boca de Fumaça

Junkman's Choir

Coalmouth

Marching out on the streets
Head to cauldhame on a November morning
Greet with coughs and a curse
Five hundred shawls converge on the warren
Deep in the bowels of earth
Auld blue dan waits for pony and pitboy
Noble blasting the leaf
The sound of the props and waters weeping for man’s toil

Keeps on riding the cages
Keeps on digging the seam
Keeps on pushing four-fifty
Till that coal dust flows through the vein

From busbiehead to the plann
Doura, perecton, southook and hayside
They’re living close to the damned
All labour’s lost tending tunnels for gravesides
Twelve hours down by the face
Shot fired damp escapes from the flames kiss
Dodge underworld’s cold embrace
A rush of air struggles out of the darkness

Keeps on riding the cages
Keeps on digging the seam
Keeps on pushing four-fifty
Till that coal dust flows through the vein

Claw tooth and nail, till they’re beat
Breaking out on a coal fire gloaming
High from fighting the deep
Salute the stacks forget the wail of the sirens
They’re marching into the streets
Heading hame on a November evening
Leave the shrouds to their sleep
Four hundred shawls to weep by the warren

Keeps on riding the cages
Keeps on digging the seam
Keeps on pushing four-fifty
Till that coal dust flows through the vein

Keeps on riding the cages
Keeps on digging the seam
Keeps on pushing four-fifty
Till that coal dust flows through the vein

Boca de Fumaça

Marchando pelas ruas
Rumo ao caldeirão numa manhã de novembro
Saudando com tosses e pragas
Quinhentas mantas se juntam na toca
Profundamente nas entranhas da terra
Aquele velho dan azul espera pelo cavalo e o garoto do poço
Nobre explodindo a folha
O som das madeiras e das águas chorando pelo trabalho do homem

Continua montando nas gaiolas
Continua cavando a camada
Continua empurrando quatro e cinquenta
Até que a poeira do carvão flua pela veia

De Busbiehead até o plano
Doura, Perfecton, Southook e Hayside
Eles vivem perto dos malditos
Todo trabalho perdido cuidando de túneis para sepulturas
Doze horas lá embaixo na face
Tiro disparado, a umidade escapa do beijo das chamas
Desvia do abraço frio do submundo
Um sopro de ar luta para sair da escuridão

Continua montando nas gaiolas
Continua cavando a camada
Continua empurrando quatro e cinquenta
Até que a poeira do carvão flua pela veia

Com unhas e dentes, até serem derrotados
Rompe-se em um crepúsculo de carvão
Alto de lutar contra a profundidade
Saudando as chaminés, esquecendo o lamento das sirenes
Eles marcham para as ruas
Voltando pra casa numa noite de novembro
Deixam os sudários para seu sono
Quatrocentas mantas para chorar pela toca

Continua montando nas gaiolas
Continua cavando a camada
Continua empurrando quatro e cinquenta
Até que a poeira do carvão flua pela veia

Continua montando nas gaiolas
Continua cavando a camada
Continua empurrando quatro e cinquenta
Até que a poeira do carvão flua pela veia

Composição: Junkman'S Choir