Dejándonos La Piel
De primavera tengo, la sonrisa
y me convierto en fuego si me acarician,
Me rompo en mil pedazos cuando me aman
y derramo mis penas por sevillanas.
Mis manos son paolmas, cuando vuelan
mis ojos zarzamora cuando esperan,
He toreado al toro de la vida
y he cantado una nana por bulerias.
Hemos amado, dejandonos el alma en un suspiro
Hemos luchado, dejandonos la piel en el camino
Hemos llorado, un adios con sabor a despedida
Y hemos probado el sabor agridulce de la vida.
De noche negra tengo, la mirada
y se me queja el alma cuando me hieren,
Si alguien me pregunta por lo que hago
le respondo que hago vivir la vida.
Mi acento es el acento, de mi gente
Mi voz está impregnada de Andalucía
Y si alguien me pregunta por lo que añoro
le respondo que todo lo que tenía.
Deixando Nossa Pele
Na primavera eu tenho, o sorriso
E me transformo em fogo se me tocam,
Me quebro em mil pedaços quando me amam
E derramo minhas mágoas em sevillanas.
Minhas mãos são palmas, quando voam
Meus olhos são como amoras quando esperam,
Enfrentei o touro da vida
E cantei uma canção de ninar em bulerias.
Amamos, deixando nossa alma em um suspiro
Lutamos, deixando nossa pele pelo caminho
Choramos, um adeus com gosto de despedida
E provamos o gosto agridoce da vida.
Na noite escura eu tenho, o olhar
E minha alma se queixa quando me ferem,
Se alguém me pergunta o que faço
Eu respondo que faço viver a vida.
Meu sotaque é o sotaque, da minha gente
Minha voz está impregnada da Andaluzia
E se alguém me pergunta pelo que anseio
Eu respondo que tudo que eu tinha.
Composição: José Luis Perales