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A Caravana Passa

Justino Delgado

Letra

A Caravana Passa

A Caravana Passa

Serigne Abô Mbacké tout bas SénégalSerigne Abô Mbacké tout bas Sénégal
Je viendrai un jour te voir, mon ami personnelJe viendrai un jour te voir, mon ami personnel
Je te salue aussi!Je te salue aussi!

Eu não sei se é pra baixo ou pra cimaNão sei se é pra baixo ou pra cima
Eu não sei se é pra frente ou pra trásNão sei se é pra frente ou pra trás
Eu não sei se é pra baixo ou pra cimaNão sei se é pra baixo ou pra cima
Não sei eu se é pra frente ou pra trásNão sei eu se é pra frente ou pra trás

Se é de lado que a caravana vai passarSe é de lado que a caravana vai passar
Se é de lado que a caravana vai passarSe é de lado que a caravana vai passar
Se é de lado que a caravana vai passarSe é de lado que a caravana vai passar
Se é de lado que a caravana vai passarSe é de lado que a caravana vai passar

Só sei (que a caravana passa)Só sei (que a caravana passa)
Só sei (que a caravana passa)Só sei (que a caravana passa)
Só sei que um dia (a caravana passa)Só sei que um dia (a caravana passa)
Só sei (que a caravana passa)Só sei (que a caravana passa)

Abô Mbacké sin serimtubaAbô Mbacké sin serimtuba
Et je chante en portugaisEt je chante en portugais
Et je te parle en françaisEt je te parle en français

Se é de lado que a caravana vai passarSe é de lado que a caravana vai passar
Se é de lado que a caravana vai passarSe é de lado que a caravana vai passar
Si djanton bo n' bin djudan pa n' ka diskisiSi djanton bo n' bin djudan pa n' ka diskisi
Si djanton bo... ai, sirimtubaSi djanton bo... ai, sirimtuba

A caravana passaA caravana passa
A caravana passaA caravana passa
A caravana passaA caravana passa
A caravana passaA caravana passa

Em uma era indígena (as crianças pagam)Numa era indígena (pagam as crianças)
Numa era indigna (não diz a verdade ao povo)Numa era indigna (não diz a verdade ao povo)
Numa era indígena (crianças pagam)Numa era indígena (as crianças é que pagam)
Numa era indigna (o povo é que morre)Numa era indigna (o povo é que morre)

Pa utrus i tchur, tchurPa utrus i tchur, tchur
Pa utrus i kontentamentiPa utrus i kontentamenti
És de fingidas, a mim não me atingemÉs de fingidas, a mim não me atingem

Intrigas de fora, mortes de dentroIntrigas de fora, mortes de dentro
Até agora não entendoAté agora não percebo
Intrigas de fora, mortos de dentroIntrigas de fora, mortos de dentro
Até agora ai, não entendoAté agora ai, não percebo

Até quando, irmão africano?Até quando, irmão africano?
Até quando, homem tirano?Até quando, homem tirano?
Até quando, irmão africano?Até quando, irmão africano?
Até quando, homem tirano?Até quando, homem tirano?

Já não é preciso apanharem os ossos do chãoJá não é preciso apanharem os ossos do chão
Já não é necessário pegarem as carnesJá não é necessário apanharem as carnes
Já não é preciso apanharem os ossos do chãoJá não é preciso apanharem os ossos do chão
Já não é necessário pegarem as carnesJá não é necessário apanharem as carnes

Por tudo que vimos morrerPor tudo o que vimos morrer
Não, não, não somos cachorrosNão, não, não somos cães
Por tudo que vimos cairPor tudo o que vimos cair
Não, não, não somos carnívorosNão, não, não somos carnívoros
Por tudo que vimos mataremPor tudo o que vimos matarem
Não, não, não somos cachorrosNão, não, não somos cães
Por tudo que vimos viverPor tudo o que vimos viver
Não, não, não somos carnívorosNão, não, não somos carnívoros

Nós podemos morrer a qualquer momentoNós podemos morrer em qualquer momento
Mas que fiquem sabendo que não enganaram ninguém!Mas que fiquem sabendo que não enganaram ninguém!


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