395px

Crime

K4OS

Crimen

Sigilosa
En la noche, indescifrable y peligrosa
Arrastrándose, en mi cuerpo, el poder
Desnuda, pero sin leer mi piel (ah)

Desfilando
Las miradas que se roba
Van burlando a los tontos que, observando, poco ven
Desnuda, pero sin leer mi piel (-el, -el)

Crimen
Nadie le cree cuando ella delata el crimen
Y su sentencia será vivir con la cicatriz
Por amar a su crimen
Y su sentencia será vivir con él

Acto 1: Entra en el cuarto y

Como un carroñero, le toma el pеlo y toca el cielo
Se dеrrite el hielo, mordió el anzuelo, cae al suelo
Agua corriendo, veneno hunde su cuerpo
Cuchillo en su cuello y, con su acento, le dice muy lento

Acto 2: El crimen (oh-oh-oh)

A ver si te gusta cómo duele
Solo hay dolor que devolverte
Escupiste al cielo y te cayó en los ojos
Ahora ves cómo es vivir en el infierno

Acto 3: La huida

¡Ella es culpable!
Al que me quiera venir a buscar
Y me quiera castigar
Por una cabeza
Que me pude salvar

Crimen
Se defendió y huyó de la escena del crimen
Y su sentencia será vivir con la cicatriz
Por amar a su crimen
Ella es presa, porque

Me envolvió y, entre sus fuerzas, me dejó sin aire (no)
Esta es la historia que no cuentan, no hubo quien me salve (no-oh)
Tan inocente y tan sensible, tan fácil de lastimar

O eso yo creía
Eso me decía

La historia, escrita está
Está claro quién forjó el final
Cuando me robaste toda el alma
Silenciaste mis palabras
Que vengarme sea mi calma
Y la culpa no era mía, porque

Se lo merecía por pensar que yo no lo haría (crimen)
Se lo merecía por pensar que yo lo quería (crimen)
Si él, tan repetidamente, extralimita mi mente (crimen)
Lastimaba totalmente cualquier rastro independiente
No pensaste que yo era capaz de un

Crimen
Lo perdió todo por creer que no era un crimen
Y su sentencia será vivir con la cicatriz
Por amar a su crimen
Ella se desarmó en pedazos por el crimen

Crime

Discreta
Na noite, indecifrável e perigosa
O poder se arrastando pelo meu corpo
Sem roupa, mas sem ler minha pele (ah)

Desfilando
Os olhares que ela rouba
Vão zombando dos tolos que, observando, pouco veem
Sem roupa, mas sem ler minha pele (-ele, -ele)

Crime
Ninguém acredita quando ela denuncia o crime
E sua sentença será viver com a cicatriz
Por amar o seu crime
E sua sentença será viver com ele

Ato 1: Entra no quarto e

Como um abutre, ele pega pelo cabelo e toca o céu
O gelo se derrete, mordeu a isca, cai no chão
Água corrente, veneno afunda seu corpo
Faca no pescoço e, com seu sotaque, diz bem devagar

Ato 2: O crime (ah-ah-ah)

Vamos ver se você gosta de como dói
Só existe dor pra devolver a você
Você cuspiu pro alto e caiu nos seus olhos
Agora vê como é viver no inferno

Ato 3: A fuga

Ela é culpada!
Quem quiser vir me procurar
E me punir
Por uma cabeça
Que consegui salvar

Crime
Ela se defendeu e fugiu da cena do crime
E sua sentença será viver com a cicatriz
Por amar o seu crime
Ela é presa, porque

Me envolveu e, entre suas forças, me deixou sem ar (não)
Essa é a história que não contam, não houve quem me salvasse (não-ah)
Tão inocente e tão sensível, tão fácil de machucar

Ou era o que eu pensava
Era isso que eu dizia

A história já está escrita
Está claro quem construiu o final
Quando você roubou toda a minha alma
Silenciou minhas palavras
Que me vingar seja minha calma
E a culpa não era minha, porque

Ele merecia por achar que eu não faria (crime)
Ele merecia por achar que eu o amava (crime)
Se ele, repetidamente, ultrapassa os limites da minha mente (crime)
Machucava totalmente qualquer traço de independência
Você não pensou que eu seria capaz de um

Crime
Ele perdeu tudo por achar que não era um crime
E sua sentença será viver com a cicatriz
Por amar o seu crime
Ela se despedaçou por causa do crime

Composição: Ines Civit, Lucas Murua, Lynette Ladelfa, Mariana Taurozzi, Mechi Bitzer