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Vazio

Kalmar de La Mar

Vacío

Al final verás
Lugares dónde estás
Recuerdos de un placard
Los guiños de la infancia
Que mueren al madurar
Palabras que tragar
Y versos que exhalar
Suspiros que en otoño
Se acarician con el mar

Dejarse ir con el viento entrando por la ventana
Y disfrutar mientras te quedan toas las ganas
Que estamos hoy y el vacío ya es mañana
Me tatúo mi verdad
Y la sonrisa que la des apasionada
Y no desmayes aunque te apaguen las llamas
Que si te aprietan las heridas ya no sangran
Morir para resucitar
Al final del éter, la verdad

E coelo ad chentrum terre
Arbor exe fructibus cognoscitur
Creshite ad astra
Aec fabula noneste super aduque

La muerte va
Como queriendo entrar
Tú déjala pasar
A veces, ella limpia
Lo que no quieres soltar
Y es que al final
Si vamos a saltar
No cierres más los ojos
Que el miedo te abraza igual

Dejarse ir con el viento entrando por la ventana
Y disfrutar mientras te quedan toas las ganas
Que estamos hoy y el vacío ya es mañana
Me tatúo mi verdad
Y la sonrisa que la des apasionada
Y no desmayes aunque te apaguen las llamas
Que si te aprietan las heridas ya no sangran
Morir para resucitar
Al final del éter, la verdad

Vazio

No final você verá
Lugares onde você está
Memórias de um armário
Os piscar de olhos da infância
Que morrem ao amadurecer
Palavras para engolir
E versos para exalar
Suspiros que no outono
Se acariciam com o mar

Deixar-se levar com o vento entrando pela janela
E aproveitar enquanto ainda tem vontade
Que estamos aqui hoje e o vazio já é amanhã
Tatuo minha verdade
E o sorriso que a desapaixonada
E não desanime mesmo que apaguem as chamas
Pois se apertarem suas feridas, elas não sangram mais
Morrer para ressuscitar
No final do éter, a verdade

Do céu ao centro da terra
A árvore é conhecida pelos frutos
Cresça até as estrelas
E que a fábula não termine acima

A morte vem
Como se quisesse entrar
Deixe-a passar
Às vezes, ela limpa
O que você não quer soltar
E é que no final
Se vamos pular
Não feche mais os olhos
Pois o medo te abraça da mesma forma

Deixar-se levar com o vento entrando pela janela
E aproveitar enquanto ainda tem vontade
Que estamos aqui hoje e o vazio já é amanhã
Tatuo minha verdade
E o sorriso que a desapaixonada
E não desanime mesmo que apaguem as chamas
Pois se apertarem suas feridas, elas não sangram mais
Morrer para ressuscitar
No final do éter, a verdade

Composição: Karen Lisbeth Márquez Armijos / Kalmar de la mar