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Asilo Sombrio

Kamelot

Dark Asylum

In this cathedral that I built
Black stone and mortar laced with guilt
I pray to heal this pain within
But these walls remember every sin

I feel the silence calling
From the wounds that never heal
The night becomes my kingdom
Where the lost learn how to kneel

Welcome to the dark asylum
Where angels burn and dreams decay
Chains of memories still bind them
As the light disintegrates
In the heart of my delusion
There's truth in the confusion
In this dark asylum I remain

I summon ghosts around my bed
And speak in riddles for the dead
I beg for peace that I've never earned
And watch the altar candles burn

Welcome to the dark asylum
Where angels burn and dreams decay
Chains of memories still bind them
As the light disintegrates
In the heart of my delusion
There's truth in the confusion
In this dark asylum I remain

Through mirror cracks I see the flame
Of who I was before the shame
Released the tears I've tried to hide
So I can heal from deep inside

Hear the echoes call my name
Through the halls of endless blame
I'm the question and the answer
A silent prayer on a dying page

Welcome to the dark asylum
Where we dance with yesterday
Love is a curse and hope is a tyrant
And I choose the stay
In the heart of my delusion
There's truth in the confusion
In this dark asylum I remain

Asilo Sombrio

Nesta catedral que eu construí
Pedra negra e argamassa entrelaçada com culpa
Eu rezo para curar essa dor interna
Mas essas paredes lembram cada pecado

Sinto o silêncio chamando
Das feridas que nunca cicatrizam
A noite se torna meu reino
Onde os perdidos aprendem a se ajoelhar

Bem-vindo ao asilo sombrio
Onde anjos queimam e sonhos apodrecem
Correntes de memórias ainda os prendem
Enquanto a luz se desintegra
No coração da minha ilusão
Há verdade na confusão
Neste asilo sombrio eu permaneço

Eu invoco fantasmas ao meu redor
E falo em enigmas para os mortos
Eu imploro por paz que nunca conquistei
E vejo as velas do altar queimarem

Bem-vindo ao asilo sombrio
Onde anjos queimam e sonhos apodrecem
Correntes de memórias ainda os prendem
Enquanto a luz se desintegra
No coração da minha ilusão
Há verdade na confusão
Neste asilo sombrio eu permaneço

Através das fissuras do espelho eu vejo a chama
De quem eu era antes da vergonha
Liberei as lágrimas que tentei esconder
Para que eu possa curar de dentro pra fora

Ouça os ecos chamarem meu nome
Através dos corredores de culpa sem fim
Sou a pergunta e a resposta
Uma oração silenciosa em uma página moribunda

Bem-vindo ao asilo sombrio
Onde dançamos com o ontem
O amor é uma maldição e a esperança é um tirano
E eu escolho ficar
No coração da minha ilusão
Há verdade na confusão
Neste asilo sombrio eu permaneço