Vukkeferd
Aust for elivaager
Ved himmelens ende
Dryg ble den hornfagre bukkeferd
Til nihundre hoders hall
Den isdryppende nettefrost seg paa
Fèrhoder trillet
Oksehorneces hugreistetun
Falt tungt i den kolsvarte skog
Bukkefyrstens agn var klar
Bergtroll brulte, det braket i fjell
Eldgammel jord sank ned
Fra et skar mellom skogledde aeser
Ble all aesakraft samlet
For tiden var snau, furaustfra de kom
Alle de trollende hoder
Mannheims berger ormens bane
Agnet kroken med oksehodet
Mot agnet gapte guders fiende
Bandet som ringer jorda
Caminho do Bode
Lá do leste, pela vida afora
No fim do céu
Pesado ficou o caminho do bode, tão bonito
Até o salão dos novecentos cabeças
O gélido orvalho da noite se espalhou
As cabeças de feras tremiam
O chifre do touro se ergueu
Caiu pesado na floresta negra
A isca do príncipe dos bodes estava pronta
Os trolls das montanhas rugiam, ecoava nas pedras
A terra antiga se afundou
De um desfiladeiro entre os deuses da floresta
Toda a força dos deuses se reuniu
Pois o tempo era curto, de onde vieram
Todas aquelas cabeças de trolls
Os montes de Mannheim, a morte da serpente
A isca fisgou com a cabeça do touro
Contra a isca, o inimigo dos deuses rugiu
A corda que toca a terra